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Análise

O Novo Mundo começa em 2012

FIFA

O ano de 2012 não poderia ser melhor para o torcedor do Corinthians. Conseguimos conquistar aquilo que falavam que nunca seríamos, fomos campeões da Libertadores e conseguimos a melancia do bolo (cereja não porque é frutinha hahaha), o segundo título do Mundial de Clubes da FIFA, agora chamado de Copa do Mundo de Clubes FIFA.

E três personagens chamaram muito a atenção para conseguirmos tais feitos, sendo que um deles chegou ao clube apenas em julho, portanto vamos falar dele depois.

O primeiro deles, está em sua segunda passagem pelo clube, o técnico Adenor Bacchi, conhecido como Tite. Após passagem por Internacional e mundo árabe, o gaúcho foi convidado, ainda em 2010, para conduzir o Timão ao seu maior desejo, conquistar a América. Depois de um fracasso em 2011, o presidente na época, Andrés Sánchez, fez o que nenhum outro que esteve no cargo do clube mais popular do estado havia feito, bancou o treinador, acreditando na escolha que fez no mês de outubro do ano do centenário. Com o respaldo, Tite teve calma e tranqüilidade para impor a ‘titebilidade’, expôs seus conceitos aos atletas, que dia após dia começavam a acreditar no que ele estava falando. Por fim, o treinador colocou o Alvinegro nos trilhos, levando-o aos títulos do Brasileiro 2011, da Libertadores 2012 e Copa do Mundo de Clubes 2012.

O segundo chegou ao Parque São Jorge no estilo mineiro (lembrando o goleiro Dida que vestiu nossa camisa há 12 anos atrás, quando conquistamos o mundo pela primeira vez) e foi importantíssimo nos dois campeonatos. No mês de junho, pôs fim ao silêncio mais ensurdecedor na história do Pacaembu ao defender, sei lá como, um chute de Diego Souza, no mano a mano, quando o jogo ainda estava zero a zero, e um gol rival significaria termos de marcar dois para avançar de fase. Seis meses depois, trajando o número 12 às costas, praticou pelo menos quatro defesas (Ivanovic, Moses, Mata e Torres) dificílimas, garantindo a tranqüilidade para a equipe continuar a atuar da mesma forma como começou a partida contra o Chelsea. Não à toa, Cássio foi eleito o Bola de Ouro da competição mundial. E nessa, o Romário tomou na cabeça, após cornetar a convocação do Frankstein na época de Mano Menezes à frente da seleção brasileira.

O terceiro não poderia ter nome mais apropriado para jogar no Corinthians, GUERRERO. O atacante peruano foi um pedido do treinador, que sempre demonstrou confiar no descendente do povo maia para triunfar em solo japonês. Resultado: dois gols (um na semifinal e outro na final), como típico 9, dentro da área na hora e lugar certos. Melhor ainda, marcou o gol aos 23 (?) minutos do segundo tempo, na mesma data em que o clube comemorava 22 anos da conquista do primeiro Brasileiro de sua história. Quer mais? Pois tem, também foi ‘chorado’, como foi naquela tarde de 1990, quando o Talismã da Fiel deu um carrinho no Salão Para Festas Corinthianas e decretou a goleada de um a zero no início da última década do milênio passado.

E se algum satélite na órbita terrestre fotografar o mundo depois do dia 16/12/12, verá que os astronautas mentiram ao dizer que o planeta era Azul. Na verdade, ele é PRETO E BRANCO.

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