Em noite de três golaços, Náutico vence Botafogo-SP com facilidade nos Aflitos.
Com três foguetes de fora da área, Timbu abre vantagem no primeiro tempo, Wellington tanque diminui no fim, mas time pernambucano fica com a vitória.
O Náutico viveu, neste sábado (12), uma noite de gala.
Dentro de casa, o time alvirrubro passou por cima do Botafogo-SP com um 3 a 1 todo construído no primeiro tempo e em grande estilo: três golaços de fora da área.
Com a pontaria afiada, Erick, Jean Carlos e Rhaldney dispararam três foguetes e marcaram os gols que fizeram a alegria da torcida alvirrubra.
No segundo tempo, já no final, Wellington Tanque diminuiu em cobrança de pênalti, insuficiente para a reação do Pantera, que acumula cinco jogos sem vencer na Séire B.
Com a vitória, pela margem de gols, o Timbu fica na da décima colocação, empatado com Vitória e CRB, mas ficando atrás pelo saldo de gols.
Mais importante do que isso, o Timbu se aproxima do G-4.
Agora está a três pontos da Chapecoense, time que fecha o grupo dos que sobem para a Série A.
Já o Botafogo-SP cai dois pontos e fica em décima quinta, só dois degraus acima da zona de rebaixamento.
Na sexta-feira (18), de novo nos Aflitos, às 21h30 (horário de Brasília), o Náutico recebe a Chapecoense.
Na segunda-feira seguinte, 21 de setembro, no estádio Santa Cruz, o Botafogo-SP joga contra o Brasil de Pelotas.
O jogo acabou no primeiro tempo.
Não dá para dizer que foi um massacre do Náutico, mas o Timbu foi superior e muito mais eficiente do que o Botafogo-SP.
Em três disparos de fora da área, o Timbu abriu o placar, aumentou a vantagem e praticamente sacramentou a vitória.
O primeiro chute foi de Erick.
O segundo, de Jean Carlos.
E o terceiro, de Rhaldney. Todos eles passaram do goleiro Darley, que, de fato, tinha pouco a fazer nos lances.
Com a vantagem construída, o Náutico não teve o mesmo ímpeto no segundo tempo.
O Botafogo-SP conseguiu sair mais e quase diminuiu em belo chute de Rafinha no travessão e boa cobrança de falta do atacante.
A vantagem no placar e no emocional estava a favor do Timbu, que levou o jogo em banho maria até o final.
O gol dos visitantes só saiu aos 43 minutos do segundo tempo, em pênalti bem cobrado por Wellington Tanque.
O volante Rhaldney certamente não esquecerá esta noite.
Não só porque marcou um golaço, mas porque este foi seu primeiro como profissional.
Formado na base do Náutico, o jogador de 21 anos subiu na última temporada para o time de cima, mas não teve muitas chances.
Em 2020, firmou-se na equipe, mas ainda não havia marcado.
O Botafogo-SP chegou ao quinto jogo seguido sem vitória e já vê a zona de rebaixamento de perto (a apenas dois pontos).
Por isso, o técnico Claudinei Oliveira fica ainda mais pressionado.
A Lei do Ex tarda, mas não falha.
O atacante Wellington Tanque, ex-Náutico, marcou o gol do Botafogo aos 43 minutos do segundo tempo, em cobrança de pênalti.
Jean Carlos segue voando na temporada.
Diante do Botafogo-SP, o meia fez mais um golaço em sua especialidade: o chute de fora da área com a perna esquerda.
É o décimo gol dele na temporada, artilheiro do Timbu no ano.
Jorge Henrique jogou a partida inteira: foi titular e não foi substituído.
É apenas a primeira vez que o meia de 38 anos atua por 90 minutos no ano.
O ataque do Náutico estava inspirado, mas o goleiro Jefferson também teve papel importante.
Fez ótimas defesas e demonstrou muita segurança.
Só foi vencido em pênalti no final da partida.
Reportagem: Globoesporte.globo.com
Adaptação: Eduardo Oliveira
Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro





