Em jogo de poucas emoções, Vitória e Náutico não saem do zero no Barradão.
Timbu consegue segurar Leão na Bahia, mas, observado dos camarotes pelo técnico Gilso Kleina, continua sem vitórias na Série B.
O jogo entre Vitória e Náutico, pela quarta rodada da Série B, foi desprovido de grandes emoções.
Pouco inspirados, os dois times fizeram um jogo equilibrado, mas sem muitas chances de gol ou alta intensidade, o que se traduziu no placar: um 0 a 0 daqueles no Barradão.
Com o empate em casa, o Vitória saiu do G-4 da competição: caiu da quarta para a sétima posição na tabela.
Já o Náutico ficou na décima sexta colocação, ainda sem vitórias na Série B.
O Vitória volta a campo no próximo sábado (22).
Em Alagoas, encara o CRB no Rei Pelé às 19 horas (horário de Brasília).
O Náutico joga no mesmo dia, mas às 16h30 (horário de Brasília).
Recebe, nos Aflitos, o Juventude.
Mesmo fora de casa, coube ao Náutico tentar tomar a iniciativa do jogo.
A equipe subiu a marcação, conseguiu incomodar a saída de bola e se manteve no campo ofensivo nos minutos iniciais.
Não traduziu o maior volume em criação de oportunidades.
Aos poucos, o Vitória conseguiu equilibrar a partida, que manteve uma certa igualdade até o final do primeiro tempo.
As duas equipes tiveram oportunidades reais, mas o Leão baiano foi prejudicado pela arbitragem: teve um gol legítimo de Léo Ceará anulado.
Após a volta do intervalo, o jogo teve uma queda de ritmo.
As duas equipes seguiram tentando, mas tiveram dificuldade para quebrar as defesas adversárias.
A maioria das finalizações foram em lances de fora da área ou em jogadas de bola parada.
O Vitória teve um gol mal anulado no primeiro tempo.
Léo Ceará marcou, mas o bandeira marcou equivocadamente um impedimento.
Escolhido para substituir o lesionado Kieza, Salatiel foi titular do Náutico, mas novamente não conseguiu fazer a diferença.
Nos últimos seis jogos que entrou, passou em branco.
Na temporada, são dois gols marcados em 17 partidas.
Conhecido pelo chute forte, o lateral-esquerdo Thiago Carleto teve oportunidades de arriscar, mas a canhota estava descalibrada.
O jogador levou pouco perigo ao gol de Jefferson nos arremates de média e longa distância.
Durante muito tempo, a torcida do Náutico pediu a presença de Jorge Henrique e Jean Carlos juntos no meio de campo.
Hoje, ambos fizeram dupla no setor, mas ainda não mostraram o entrosamento que o alvirrubro esperava.
Reportagem: Globoesporte.globo.com
Adaptação: Eduardo Oliveira
Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro





