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Análise

Vão tarde…

jo na balada
Pelo Galo, Jô marcou 35 gols e foi campeão da Libertadores…

Um bando de idiotas! Assim defino o lateral-esquerdo Emerson Conceição e os atacantes Jô e André, do Atlético-MG. É inadmissível que atletas profissionais tenham comportamentos semelhantes aos que esses irresponsáveis têm. Em minha opinião, deveriam ter sido afastados ou “liquidados” de vez há muito tempo. A indisciplina não pode prevalecer. Já vão tarde!

O futebol brasileiro é pioneiro na revelação de craques (o que não é o caso de Jô, Emerson e André, os três não passam de bons jogadores, com extrema boa vontade da minha parte), mas também lidera o ranking de jogadores baladeiros e descompromissados. Desde que passei acompanhar este esporte, no início dos anos 90, tomei ciência de vários casos, alguns eram craques, outros nem tanto, mas, o fato é que sejam gênios da bola ou pernas de pau, não têm o direito de brincar com o clube e com a paixão dos torcedores.

Edmundo, Djalminha, Adriano, Edílson, Romário, Müller, Viola, Neto, Vampeta, Ronaldinho Gaúcho, só para citar alguns craques que abusavam da noite e prejudicavam seus desempenhos nos gramados, contudo, entre uma noitada e outra, pelo menos, estes ai resolviam a parada dentro de campo. Ao contrário de outros menos providos de talento futebolístico, Beto Cachaça, André Balada, Tuta, Fábio “vida loka” Santos, Jorge Henrique, Carlos Alberto…

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… Mas colecionou problemas fora de campo, inclusive, sumiços!

Enquanto os nobres dirigentes dos clubes brasileiros continuarem passando a mão na cabeça desses “pobres jogadores indefesos”, teremos cada vez mais casos como os que puxam este texto. Aliás, quem diria??? Jô, até bem pouco tempo, era uma de nossas esperanças de vencer uma copa do mundo em casa! Meu Deus, assim como estas bestas que foram enxotadas do galo, como somos idiotas!

E o André? Despontou como atacante matador ao lado de Neymar e Ganso no time do Santos que aplicava goleadas impiedosas nos seus adversários, nunca mais jogou bola. Vai passar toda a carreira ganhando bem e não jogando absolutamente nada. Esse é o retrato do futebol brasileiro. Eu queria falar do Jóbson também, mas este tem um pouco de tudo, então, deixa pra lá…

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Sou jornalista, apaixonado por futebol e política, mas, sobretudo, alucinado pela comunicação! Acredito no Brasil, confio nos seres humanos, sou entusiasta da transformação. Que Deus nos abençoe!