Fórmula 1 proíbe escudo facial e exige que chefão da Mercedes use máscara nos boxes.
Em meio a rígidos protocolos de segurança para os envolvidos com a categoria devido ao Covid-19, aparato usado por Toto Wolff chamou a atenção e destoou dos demais.
A Fórmula 1 adotou rígidos protocolos de segurança para evitar o contágio de coronavírus entre os envolvidos com a realização dos Grandes Prêmios em 2020.
Nesse contexto, chamou a atenção a atitude do chefão da Mercedes, Toto Wolff.
Não que ele não esteja se precavendo, mas o aparato usado pelo austríaco tem sido “diferenciado” em relação aos demais: durante as corridas, Wolff utiliza apenas um escudo facial que permite uma visão completa de seu rosto para as câmeras de TV, enquanto todos os demais integrantes da Mercedes, e da Fórmula 1, usam máscara. Mas o escudo foi proibido pela Federação Internacional de Automobilismo (FIA).
“Meu escudo facial não foi bem recebido pela FIA. Não atendeu aos requisitos. É por isso que voltei às máscaras que todo mundo está usando”, explicou Wolff.
Wolff garantiu que não ficou chateado com a proibição e que o mais importante é a segurança, dele e de seus colegas de paddock:
“Acho que é preciso levar a sério, e eu sempre levo. Pensei que o escudo fosse uma boa opção, como você pode ver muito melhor com ele. Mas as regras são as regras e estou feliz por podermos competir. Se eu tivesse que usar fraldas no nariz, faria isso. O que for preciso”.
Wolff só não comentou a atitude de seu piloto Valtteri Bottas, que, pela segunda etapa consecutiva, furou o isolamento recomendado pela Fórmula 1 entre as corridas e viajou para casa, em Mônaco.
Na primeira violação, Bottas levou uma reprimenda, mas ainda não se sabe o que poderá acontecer desta vez.
Reportagem: Globoesporte.globo.com
Adaptação: Eduardo Oliveira
Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro





