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TAÇA LIBERTADORES DA AMÉRICA DE 2020. FASE DE GRUPOS. GRUPO D. SÃO PAULO-SP. BRASIL. RIVER PLATE. ARGENTINA.
Análise

Tropeço no Morumbi

São Paulo busca empate com River, mas fica em terceiro de grupo na Taça Libertadores da América.

Em jogo arrastado, Tricolor conta com dois gols contra do time argentino para evitar derrota no Morumbi; time de Fernando Diniz precisa vencer Liga Deportiva Universitária fora de casa para reagir

O jogo mais esperado do Grupo D da Taça Libertadores da América terminou empatado.

São Paulo e River Plate ficaram no 2 a 2 na noite desta quinta-feira (17), no Morumbi, em resultado melhor para os argentinos do que para os brasileiros.

O Tricolor esteve diante de um River que não jogava partidas oficiais há mais de seis meses, e mesmo assim não conseguiu se impor.

Abriu o placar em gol contra de Enzo Pérez, levou a virada com gols de Borré e Álvarez, e empatou graças a outro gol contra, de Angileri, evitando a derrota em casa que seria ainda pior para os planos do time de Fernando Diniz.

Um jogo que deixou mais questões do que respostas para o Tricolor na Taça Libertadores da América.

O empate leva os dois times a 4 pontos em 3 jogos no Grupo D, mas o River leva vantagem no saldo de gols (5 a 2).

A Liga Deportiva Universitária é líder, com seis, e enfrenta o São Paulo em casa na próxima terça-feira (22), em confronto que pode ser decisivo para as pretensões tricolores.

Apático, o São Paulo esteve longe de dominar o River Plate durante toda a partida.

Chamou a atenção, porém, o fato de o técnico Fernando Diniz ter feito a primeira substituição só aos 32 minutos do segundo tempo, quando Brenner substituiu Pablo.

Com pouco tempo em campo, os reservas pouco mudaram o cenário do jogo.

O Tricolor continua invicto contra o River em jogos de Taça Libertadores da América: dois empates e três vitórias em cinco encontros.

O São Paulo começou bem e deu mostras de que tomaria conta do jogo, ainda mais diante de um River que não tinha partidas oficiais há mais de seis meses.

O gol contra de Enzo Pérez, logo no início, saiu em jogada muito bem trabalhada pelo meio, que depois passou por Igor Vinicius na direita e chegou ao chute de Reinaldo na esquerda.

Depois da pressão do começo, porém, o São Paulo se encolheu e permitiu a reação do River, que subiu a marcação, dificultou a saída de bola e tomou conta do meio de campo, Hernanes, especialmente, esteve pouco inspirado nesse setor.

O empate chegou em ótima troca de passes da equipe argentina, que terminou em finalização de Borré na pequena área após cruzamento de Álvarez.

No fim, princípio de confusão e reclamação do São Paulo por falta de fair play do River.

A segunda metade do jogo foi arrastada, com o River ao mesmo tempo administrando o ritmo, por não jogar há tanto tempo, e esperando o melhor momento para achar brechas na defesa do São Paulo.

O Tricolor, por sua vez, continuou sem ter as amarras do meio de campo e fez um jogo burocrático e sonolento.

Energia, mesmo, só de Fernando Diniz no banco de reservas, gesticulando e gritando muito como de costume.

No entanto, não houve uma substituição sequer até os 32 minutos do segundo tempo, quando Pablo deu lugar a Brenner.

Pouco depois, o River virou com Álvarez. A resposta foi rápida, com cruzamento de Reinaldo e outro gol contra, de Angileri.

O São Paulo volta a campo na próxima terça-feira (22) para mais um jogo da Taça Libertadores da América, contra a Liga Deportiva Universitária, em Quito, às 21h30 (horário de Brasília), pela quarta rodada do Grupo D.

Reportagem: Globoesporte.globo.com

Adaptação: Eduardo Oliveira

Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro

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