Esquema de Jogo

Colunas, entrevistas, análises e tudo sobre o esporte!

CAMPEONATO BRASILEIRO DA SÉRIE A DE 2020. PRIMEIRA FASE. OITAVA RODADA. SÃO PAULO-SP. FLUMINENSE-RJ.
Análise

Tricolor volta aos eixos

São Paulo vira, bate o Fluminense no Morumbi e cola na liderança do Brasileirão.

Mudanças de Fernando Diniz melhoram o Tricolor paulista no intervalo.

Brenner comanda a vitória.

O São Paulo recuperou a vice-liderança do Campeonato Brasileiro ao bater o Fluminense por 3 a 1, de virada, na tarde deste domingo, no Morumbi.

O time carioca saiu na frente com Wellington Silva, ainda no primeiro tempo, mas a equipe paulista melhorou depois do intervalo, modificada por trocas de Fernando Diniz, e alcançou a vitória com gols de Brenner, Luciano e Vitor Bueno.

Com a vitória, o São Paulo ultrapassou o Flamengo e foi a 16 pontos.

De quebra, colou no líder, já que o Inter empatou por 2 a 2 com o Bahia no Beira-Rio e subiu para 17 pontos.

O Fluminense, com 11 pontos, ficou em sétimo.

As duas equipes voltam a campo na quarta-feira (9).

O Fluminense tem clássico com o Flamengo às 21h30 (horário de Brasília) no Maracanã. Pouco antes, às 19h15 (horário de Brasília), o São Paulo recebe o Bragantino.

Pênalti dado e retirado: O árbitro Paulo Roberto Alves Junior marcou um pênalti a favor do São Paulo e, poucos segundos depois, voltou atrás.

O lance foi revisado no VAR.

São Paulo e Fluminense fizeram um jogo franco no primeiro tempo, com lances de lado a lado, e polêmica de arbitragem.

O Fluminense, mesmo jogando fora de casa, conseguiu ser agressivo no ataque, aproveitando escapas de Wellington Silva e a distribuição de jogo de Nenê.

O meia chutou duas vezes, e foi parado por Tiago Volpi em ambas, aos 15 minutos do primeiro tempo.

O São Paulo ameaçou com chutes de Igor Vinícius e Paulinho Boia, mas, com problemas de criatividade, não conseguiu pressionar o adversário como gostaria.

E acabou punido em um erro técnico de Igor Vinícius.

O lateral-direito se perdeu no tempo da bola e permitiu que ela chegasse a Wellington Silva, que limpou a marcação e bateu forte para fazer 1 a 0.

O primeiro tempo ainda teve uma consulta ao VAR em um lance em que o árbitro inicialmente marcou pênalti de Luccas Claro em Igor Vinícius, mas mudou de ideia ao ver que o bandeira havia assinalado o contrário.

No fim, foi dada falta do lateral no zagueiro, com cartão amarelo para o são-paulino.

Fernando Diniz radicalizou no intervalo. Trocou três jogadores de uma vez só: entraram Juanfran, Igor Gomes e Brenner nos lugares de Igor Vinícius, Hernanes e Paulinho Boia.

E a aposta deu muito certo: com oito minutos, o jogo estava virado, em grande parte graças a Brenner.

O atacante fez o gol do empate, após cobrança de escanteio de Igor Gomes e desvio de Léo.

E fez a jogada do segundo, com uma arrancada e um chute na trave, que Luciano aproveitou no rebote.

A vantagem quase foi ampliada, mas Juanfran mandou para fora.

E aí foi a vez de Odair Hellmann tentar mudar o jogo, colocando Ganso, Fernando Pacheco e Luiz Henrique nos lugares de Michel Araújo, Marcos Paulo e Wellington Silva (lesionado).

Mas o São Paulo continuou melhor e quase fez mais um em chute cruzado de Vitor Bueno.

Luciano também perdeu boa chance ao concluir errado, por cima. E o terceiro gol acabou guardado para os 47 minutos do segundo tempo, com chute de fora da área de Vitor Bueno.

O São Paulo teve roupa nova na partida. Foi a estreia de sua terceira camisa, predominantemente preta.

O uniforme havia sido lançado pelo clube no dia 20 de agosto.

Brenner, com um gol e participação direta em outro, foi eleito o melhor jogador em campo.

E ele já tinha sido decisivo antes.

Reportagem: Globoesporte.globo.com

Adaptação: Eduardo Oliveira

Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro

LEAVE A RESPONSE

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Confirme que você não é um robô. *