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Análise

Tricampeão Bahia

No pênaltis, Bahia vence Atlético de Alagoinhas e conquista o tricampeonato Baiano.

Tricolor joga final com time principal, fica no empate no tempo normal e consegue a conquista na disputa de pênaltis.

  1. Essa tinha sido a última vez que o Bahia havia conquistado o tricampeonato baiano.

Passaram-se 32 anos para que o feito pudessse ser repetido.

E foi neste sábado (8).

Depois de uma final onde o Atlético de Alagoinhas foi melhor em campo durante quase todo o tempo, as equipes empataram em a 1 a 1.

A decisão, então, precisou ir para a cobrança dos pênaltis.

E o Tricolor levou a melhor.

Venceu por 7 a 6 e levantou a taça do estadual.

Durante a disputa ao mesmo tempo do Baiano e da Copa do Nordeste, o técnico Roger Machado foi questionado sobre o motivo de não aproveitar os jogadores do time que disputava o estadual na equipe considerada principal.

A resposta era sempre de respeito à hierarquia.

Mas neste sábado (8), quem disputou toda a fase final do Baiano ficou fora do jogo.

O treinador optou por escalar o time principal no Baiano.

Por conta da decisão do Bahia de contar com força máxima, o jogo decisivo do Campeonato Baiano foi também o de estreia de muitos jogadores.

Lucas Fonseca, Juninho, Juninho Capixaba, Flávio, Rodriguinho, Élber e Rossi debutaram na competição justamente na finalíssima.

Os 44 anos de Magno Alves parecem não pesar nada em campo.

Na verdade, pesam a favor.

E o atacante mostrou que quem sabe não desaprende.

Foi dele, com um chute de fora da área, o gol do Atlético de Alagoinhas no jogo.

Mas, na disputa por pênaltis, não teve o mesmo aproveitamento e errou a cobrança.

Não adiantou muito o Bahia optar pelo seu time principal para a final deste sábado (8).

Pois foi o Atlético de Alagoinhas quem começou melhor o jogo em Pituaçu.

E seguiu assim até o fim.

É verdade que nenhuma das duas equipe teve boas chances de gol, mas foi o Atlético de Alagoinhas o time mais incisivo em campo nos primeiros 45 minutos da partida.

Tanto que foram sete finalizações do Carcará e nenhuma do Tricolor.

O segundo tempo não começou muito diferente em Pituaçu.

Foi o Atlético quem continuou dando as cartas e chegou primeiro ao gol.

O veterano Magno Alves acertou um bom chute de fora da área e abriu o placar.

Na desvantagem, o Bahia foi para o abafa e conseguiu o empate em uma jogada polêmica que Daniel mandou para o fundo das redes.

O gol animou o Tricolor que passou a pressionar o Carcará em busca da virada.

Mas não teve sucesso, e o título teve que ser decidido na disputa de pênaltis.

Reportagem: Globoesporte.globo.com

Adaptação: Eduardo Oliveira

Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro

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