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CAMPEONATO PERNAMBUCANO DE 2021. PRIMEIRA FASE. NÁUTICO-PE. SANTA CRUZ-PE. SEXTA RODADA.
Análise

Timbu nas semifinais

Náutico vence Santa Cruz e garante ida às semifinais do Pernambucano.

Timbu abre 2 a 0, leva gol no segundo tempo, mas segura vitória e continua 100% de aproveitamento na competição.

O Náutico venceu o Santa Cruz por 2 a 1 neste domingo (18) e, assim, está classificado antecipadamente para as semifinais do Pernambucano.

O Timbu abriu 2 a 0 rapidamente, com Rhaldney e Kieza, levou um susto no segundo tempo, quando Léo Gaúcho diminuiu, mas conseguiu segurar a pressão do adversário e garantir o triunfo no Clássico das Emoções.

O Náutico chegou, com a vitória, a 21 pontos em 7 jogos.

Assim, só pode ser igualado pelo Salgueiro, que atinge a mesma pontuação se vencer todos os quatro jogos que lhe faltam.

Assim, o Timbu garante pelo menos a segunda posição da primeira fase, ou seja, assegura a ida direta ás semifinais (privilégio dos dois líderes da primeira fase).

O Santa Cruz, por outro lado, estaciona nos oito pontos e cai para a quinta posição.

A briga Tricolor é para ficar entre os seis primeiros e ir às quartas de final.

O Santa Cruz volta a jogar na quarta-feira (21).

Às 19 horas (horário de Brasília), no Arruda, recebe o Salgueiro.

Depois, pega, no domingo (25), o Sete de Setembro, novamente em seu estádio.

O Náutico só joga na segunda-feira (26).

Pega o Afogados nos Aflitos.

O Náutico foi o dono do primeiro tempo. Rhaldney fez o primeiro logo no primeiro minuto do primeiro tempo, com frieza que faltou a Pipico pouco depois, quando desperdiçou chance clara em frente a Alex Alves.

O Timbu não se abalou e continuou mais consistente.

Tanto que chegou ao segundo gol com Vinícius, após passe de Jean Carlos.

O desenho do jogo mudou radicalmente no segundo tempo.

A superioridade mudou de lado.

O Santa Cruz passou a ser melhor e diminuiu logo aos 6 minutos do segundo tempo, com Léo Gaúcho, que entrara havia pouco.

O time tricolor se animou e foi para cima, mais na força do que na técnica, e conseguiu empurrar o Timbu em seu campo de defesa.

Com mais posse e volume, a equipe coral rondou a área, fez muitos levantamentos em faltas laterais, mas não conseguiu criar chances efetivas e reais de empatar.

Na parte final do jogo, o Náutico ainda conseguiu equilibrar e, aproveitando a exposição da defesa do Santa Cruz, teve oportunidades.

A mais clara delas foi desperdiçada por Kieza.

Kieza poderia ter ampliado sua artilharia no estadual.

Teve chance claríssima no segundo tempo, mas bateu para fora, frente a frente com Jordan.

Chiquinho começou, de forma surpreendente, no banco de reservas do Santa Cruz.

Acionado ainda no primeiro tempo, mostrou por que a torcida estranhou sua ausência na escalação: deu lindo lançamento para Léo Gaúcho marcar o gol tricolor e participou de praticamente todas as jogadas agudas da equipe, além de ser o dono da bola parada.

Usado pela primeira vez na história do Clássico das Emoções, o VAR, controlado remotamente do Rio de Janeiro, teve trabalho.

No primeiro tempo, ele confirmou uma chamada do árbitro Diego Fernando Silva de Lima, que assinalou impedimento em gol marcado por Kieza.

No segundo tempo, corrigiu um impedimento inexistente no gol de Léo Gaúcho, que havia sido anulado.

Mas mesmo assim houve polêmicas: tricolores reclamaram de pênalti no segundo tempo, em disputa de Madson com Hereda dentro da área.

O árbitro nem foi no monitor checar o lance.

Assim como Kieza, Pipico também teve grande oportunidade e perdeu.

O camisa 9 tricolor, substituído no intervalo, recebeu presente de Ronaldo Alves logo no início do primeiro tempo, mas, na cara de Alex Alves, chutou na trave.

O Náutico igualou a marca do time de 2002, que arrancou no Pernambucano com sete vitórias em sete jogos.

Se vencer o oitavo jogo, contra o Afogados, na segunda-feira da próxima semana, 26 de abril, “ultrapassa” aquela equipe, que empatou com o Sport na rodada oito.

Reportagem: Globoesporte.globo.com

Adaptação: Eduardo Oliveira

Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro

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