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No Estádio Nacional Mané Garrincha, em Brasília, no início da tarde desta sexta-feira (12), Estados Unidos e Suécia se enfrentaram para um bom público.
Que em grande maioria apoiaram as suecas.
E a cada momento que a goleira americana tocava na bola era vaiada ou a torcida gritava “zika”.
O forte calor na primeira etapa fez um jogo mais estudo.
As americanas tiveram mais a posse de bola, e criava situações, mas não conseguiram furar o bloqueio das suecas.
A Suécia buscava o contra-ataque para surpreender, mas não conseguiram a jogada.
No segundo tempo, a proposta da Suécia foi igual a primeira etapa.
Porém, conseguiu ser mais rápida nos contra-ataques.
Aos 15 minutos do segundo tempo, enfim a Suécia conseguiu um contra-ataque que tanto buscava.
Blackstenius recebeu um belo lançamento do campo de defesa.
Entrou livre, na área e chutou na saída da goleira Hope Solo.
Suécia 1 a 0.
Os Estados Unidos foram ao ataque tentar o empate, e era uma chance atrás da outra.
Até que aos 31 minutos do segundo tempo, Morgan aproveitou uma bola que rebateu em Samuelsson e chutou de primeira para empatar o jogo.
As americanas estavam mais inteiras na partida, e por pouco não conseguiram a virada.
Llody teve uma grande chance mais a bola desviou na defesa e foi para escanteio.
E o jogo foi para a prorrogação.
A Suécia tentou mais no primeiro tempo da prorrogação.
Os Estados Unidos eram mais perigosos.
O segundo tempo da prorrogação teve dois gols porém anulados de forma incorreta pela arbitragem.
Aos 10 minutos do segundo tempo da prorrogação, Lloyd cabeceou a bola, estufou a rede e arbitragem anulou, apontando impedimento.
Mas atacante americana estava em posição legal.
No lance seguinte, aos 11 minutos do segundo tempo da prorrogação, a arbitragem anulou o gol da Suécia.
Schelin marcou, mas estava em posição legal também.
Com as duas equipes muito cansadas o jogo foi definido nos pênaltis.
Para a Suécia marcaram – Schelin, Asllani, Seger e Dahlkvist.
Sembrant desperdiçou, a goleira Hope Solon espalmou.
Para os Estados Unidos marcaram – Horan, Lloyd e Brian.
Morgan bateu, e a goleira Lindalh pegou a penalidade.
Press cobrou para fora.
Final, Estados Unidos eliminadas 1 (3) Suécia classificada 1 (4).
Além de vencer a seleção favorita ao ouro no futebol feminino, a Suécia escreveu uma página histórica no torneio.
Desde que a modalidade começou a ser disputada nos Jogos Olímpicos, em Atlanta (1996), jamais a seleção dos Estados Unidos ficou fora da final.
Em cinco oportunidades, conquistou quatro medalhas de ouro e uma de prata, em 2000, ao ser superada pela Noruega.
O Brasil já foi vítima das americanas em duas finais: 2004 (Atenas) e 2008 (Pequim).
Reportagem: Eduardo Oliveira
Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro