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SKANK. PAMELA.
Análise

Skate pode surpreender

Dia do skate: modalidade pode “salvar” o Brasil no quadro de medalhas das Olimpíadas de Tóquio.

Skate vai fazer sua estreia olímpica em Tóquio, no ano que vem, e Brasil é favorito a pelo menos quatro medalhas.

Historicamente, são poucos países que conseguem melhorar o desempenho no quadro de medalhas quatro anos depois de sediar uma edição das Olimpíadas.

E o Brasil pode atingir esse feito graças ao skate, esporte que tem seu dia oficial comemorado neste domingo (21), e que fará parte dos Jogos Olímpicos pela primeira vez.

O skate tem tudo para ser o grande carro chefe de medalhas do Brasil em Tóquio, no ano que vem, com a possibilidade de brigar por 12 medalhas: seis no feminino (três na categoria street e outras três no park) e outras seis com os homens (também três no street e três no park).

O skate é favorito a quatro medalhas, briga bem por outras três, e tem cinco atletas que não chegam entre os mais cotados, mas podem surpreender.

A projeção atual é que o Brasil conquiste 20 medalhas no total em Tóquio, cinco delas de ouro, superando o total de pódios da Rio 2016 (foram 19 na ocasião), mas com um número menor de títulos (em 2016 foram sete).

Claro que o Brasil não vai conquistar as 12 medalhas que estarão em jogo, mas quando um país chega cotado a tantos pódios, as chances de conquistas aumenta muito.

Importante lembrar que nenhum atleta ainda está classificado, já que o ranking qualificatório ainda não foi fechado, mas já da para ter uma ideia de quais serão nossos representantes.

O Brasil é favorito absoluto a um ouro: no street feminino.

O país tem a atual campeã mundial e líder do ranking, Pamela Rosa, e a vice-líder da classificação e medalha de prata no último Campeonato Mundial, Rayssa Leal.

Além disso, deve contar nas Olimpíadas com a presença de Letícia Bufoni, multicampeã entre os anos de 2015 e 2018, mas que sofreu com lesões na última temporada.

No park masculino o Brasil também aparece com três grandes nomes.

No Campeonato Mundial do ano passado, o Brasil conquistou uma prata, com Luiz Francisco, e um bronze com Pedro Quintas.

O maior nome da história do país na categoria é Pedro Barros, campeão mundial em 2018, mas que ficou em sexto na competição do ano passado.

No ranking mundial, Luizinho é o segundo, Pedro Barros o quarto e Pedro o sexto.

No street masculino, o Brasil não conquistou nenhuma medalha no Campeonato Mundial do ano passado.

Kelvin Hoefler ficou em quarto lugar, a apenas dois décimos do pódio.

Ele, que subiu ao pódio em diversas competições nos últimos anos, é o quinto do ranking mundial.

O Brasil ainda deve ter outros dois representantes nesta prova em Tóquio, e a briga é entre Giovanni Viana, Carlos Ribeiro, Felipe Gustavo, Lucas Rabelo e Ivan Monteiro.

Nenhum destes nomes está no top-10 do ranking mundial, mas com certeza chegariam aos Jogos Olímpicos no grupo dos “que podem surpreender”.

A categoria park feminina é a que o Brasil tem menos chances de pódio, mas ainda sem conta com duas atletas no top 10 do ranking: Dora Varela é a sexta do ranking e Isadora Pacheco está em décimo.

Yndiara Asp, que sofreu com lesões no ano passado, é a décima terceira.

São três nomes que, se confirmarem a vaga nas Olimpíadas, não serão favoritas ao pódio, mas estarão no grupo das “que podem surpreender”.

Reportagem: Globoesporte.globo.com

Adaptação: Eduardo Oliveira

Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro

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