UEFA (União das Associações Europeias de Futebol) diz que não pretende repetir “SuperFinal” da Champions.
Presidente da entidade diz não haver calendário para repetir experiência.
A experiência de uma fase final da Champions League disputada em uma sede única, num formato similar ao da Copa do Mundo, tem tudo para ser apenas circunstancial.
Na visão do atual presidente da UEFA, Aleksander Ceferin, não há previsão para que o “Super 8”, como a fase final que acontece em Lisboa tem sido chamada, seja reproduzido nos próximos anos.
Em entrevista à agência France Press, Ceferin afirmou que a medida circunstancial, tomada para evitar o fim precoce da competição por conta da pandemia do coronavírus, é praticamente inviável numa situação normal do calendário.
“Poderia ser interessante em um futuro, mas acredito que não possamos fazê-la, porque o calendário é muito denso”, disse o dirigente à AFP (Agence France-Presse).
A realização do “Super 8” tem gerado boa repercussão no mercado.
No Brasil, a Turner, detentora dos direitos de transmissão, fechou 15 pacotes de mídia atrelados às exibições dos jogos.
A audiência das partidas, disputadas em eliminatória simples e ao longo da semana, também tem sido significativa para a televisão.
“Não vejo onde poderíamos colocar um torneio em uma ou duas semanas em maio, creio que seja impossível. Até março, não tínhamos um plano, e desde então temos um plano B, C e D, assim que soubermos nos adaptar, porque o mundo não vai parar para sempre por causa do vírus”, destacou Ceferin.
Reportagem: Maquinadoesporte.com.br
Adaptação: Eduardo Oliveira
Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro





