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Análise

Sem bandeirinha, nada de dor de barriga

Olá amigos!

Sei que já vimos de tudo no futebol, mas sempre algo nos surpreende a cada rodada. A curiosidade desta vez, vem do jogo entre Bragantino e Paysandu, em Bragança Paulista, pela segunda rodada do Brasileiro série B. A partida começou com 45 minutos de atraso, porque segundo o delegado da partida, o árbitro carioca Antônio de Carvalho Schneider passou mal, teve uma indisposição estomacal e retardou o início. No entanto, a história não é bem essa…

juiz
Antônio de Carvalho Schnider inventou a história para encobrir falha dos auxiliares

A verdade é que os auxiliares do jogo, Wendel de Paiva Gouveia e Luiz Antonio Muniz de Oliveira, ambos do Rio de Janeiro, não levaram os instrumentos (bandeirinhas) para o estádio Nabi Abi Chedid. Quando se deram conta do ocorrido, de acordo com uma fonte que trabalha no Bragantino, o próprio presidente do clube do interior paulista, Marco Antônio Nassif Abi Chedid, saiu do estádio e providenciou as bandeiras em um jogo de várzea que estava acontecendo na cidade.

Não houve piriri, houve sim uma manobra para encobrir algo inadmissível em um campeonato organizado pela entidade máxima do futebol, que fatura milhões e milhões por ano e que pretende modernizar o futebol brasileiro. Isso tem que ser investigado porque dor de barriga é normal, agora mentir descaradamente para encobrir um erro grotesco, não.

Ah, o jogo terminou 1 a 0 para p Bragantino.

Até mais!

 

 

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Sou jornalista, apaixonado por futebol e política, mas, sobretudo, alucinado pela comunicação! Acredito no Brasil, confio nos seres humanos, sou entusiasta da transformação. Que Deus nos abençoe!