O Palmeiras é que não é, né? E eu nem gosto tanto assim de O Rappa, mas eu quero ver gol. Não precisa ser de placa, mas quero ver gol. Estou vendo gol? Não, não estou. Você está? Não, não está. Ninguém está. Nos cinco primeiros jogos de ida das oitavas de final da Libertadores nós tivemos dois gols. DOIS! Cinco jogos, dois gols. Menos de meio por jogo.
Corinthians e Nacional, zero. Atlético Mineiro e Racing, zero. Huracán e Atlético Nacional – que tem o ataque com a maior estrovenga da Libertadores -, zero. Só saiu gol no Táchira um, Pumas zero, e no Grêmio zero, Rosario Central um chupa. Destes, era meio previsível o zero apenas do Timão, né. Tite, Corinthians, Libertadores, fora de casa, retranca, záz, záz….
Hoje teremos SP-River-Boca em campo para completar as partidas de ida. Respectivamente, eles enfrentam Toluca, do México, Independiente Del Valle de Maçã, do Equador, e Cerro Porteño, do Paraguai (?) (Olha, nunca entendi isso. Como um portenho é do Paraguai? hahaha… É tipo um Atlético Mineiro da Bahia, um catalão da Itália).
Enfim, se não sair gol no Morumbi ou se o River não fizer gol nesse Del Valle aí, eu largo mão. Libertadores tem que ter gol. Pilha, copo, chinela e garrafa nas costas de jogador batendo escanteio não falta. Coro comendo dentro de campo e juiz caseiro também não. Mas covardia para atacar tem de monte. Ontem, o Corinthians ficou em uma lenga-lenga contra o Nacional, em Montevidéu. Na terça, o tal do Atlético do Escobar, de Medelim, do Cartel, não arriscava um chute a gol contra o fortíssimo Huracán, em Bons Ares. É mole?
É, mas esperamos que endureça, que saia o gol. Somente isso. Um detalhe, já diria CA Parreira. Acho que até na carta da dona Lúcia tinha esse pedido. O problema é que esse negócio de covardia em campo em prol do resultado virou tendência mundial. Nem na Liga dos Campeões está saindo gol direito, não é? Vide Real e City, 0 a 0, e Atlético e Bayern, 1 a 0.





