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Análise

Rússia campeã

Rússia vence os Estados Unidos e fatura o bicampeonato da Liga das Nações.

Russos ignoram torcida contra em Chicago e ganham por 3 a 1.

A Rússia se sagrou bicampeã da Liga das Nações neste domingo (14).

Na decisão, a equipe assegurou o segundo título consecutivo do torneio ao derrotar os Estados Unidos por 3 sets a 1, com parciais de 25/23, 20/25, 25/21 e 25/20, em Chicago.

Enquanto o norte-americano Taylor Sander foi o maior pontuador da partida, com 20, a Rússia contou com boa atuação coletiva para faturar o título, tendo quatro jogadores com ao menos dez pontos.

Foram eles: Dmitry Volkov (17), Egor Kliuka (14), Ivan Iakovlev (12) e Victor Poletaev (11).

Rússia e Estados Unidos haviam se enfrentado na última sexta-feira (12), pela rodada final do Grupo A, em duelo que valia a liderança da chave, as equipes já estavam classificadas às semifinais.

E os norte-americanos tinham se dado melhor, vencendo por 3 a 0. Agora, na decisão, levaram o troco.

Na campanha do título, a Rússia avançou em terceiro lugar às finais, após somar 12 vitórias e três derrotas.

Em Chicago, passou pela França (3 a 0) e perdeu para os Estados Unidos, avançando às semifinais, fase em que bateu a Polônia por 3 a 1, antes de superar os norte-americanos na decisão.

Já a seleção brasileira foi a quarta colocada na Liga das Nações.

Brasil não resiste ao jovem time da Polônia e perde a medalha de bronze na Liga das Nações.

Rússia vence os Estados Unidos por 3 sets a 1 e fica com o título da competição.

Logo após a sofrida derrota para os Estados Unidos, os jogadores brasileiros se fecharam por 45 minutos no vestiário em Chicago.

Eles reconheceram os erros no revés e prometeram entrar em quadra neste domingo (14) para conquistar a medalha de bronze da Liga das Nações.

Mas a Polônia pareceu ter feito o mesmo pacto.

Com Bartosz Bednorz inspirado, a jovem seleção polonesa não deu chances ao Brasil e venceu a partida por 3 sets a 0 – parciais de 25/17, 25/23 e 25/21.

A Rússia bateu os Estados Unidos por 3 sets a 1 (25/23, 20/25, 25/21 e 25/20) e ficou com o título.

Bartosz Bednorz, de 23 anos, foi o maior pontuador da partida com 21 acertos. Lukasz Kaczmarek anotou 10 pontos.

O oposto Alan foi o destaque do Brasil, com 8 pontos.

A seleção brasileira se despede da Liga das Nações com a quarta colocação, mesmo resultado da última edição da competição.

Técnico responsável pelo nó polonês na estreia da fase final da Liga das Nações, o belga Vital Heynen não esteve à frente da equipe na disputa pelo bronze.

No último sábado (13), logo após a derrota para a Rússia, ele avisou à Federação Internacional de Vôlei de que voltaria para a Polônia para já se preparar para o Pré-Olímpico.

O assistente Jakub Bednaruk liderou a seleção polonesa neste domingo (14).

O próximo compromisso do Brasil é a disputa do Pré-Olímpico, na Bulgária, de 9 a 11 de agosto.

Atual campeão olímpico, o time de Renan Dal Zotto está no grupo A, que reúne, além dos brasileiros e búlgaros, Egito e Porto Rico.

Os vencedores dos grupos se juntarão ao anfitrião Japão na competição de vôlei nos Jogos Olímpicos de Tóquio 2020, de 24 de julho a 9 de agosto.

Em paralelo, uma seleção mesclada de jovens e experientes jogadores participará dos Jogos Pan-Americanos.

A equipe que irá a Lima será comandada pelo assistente Marcelo Fronckowiak. Éder e Lucas Lóh serão os pilares do time na capital peruana.

O Brasil começou com Leal abrindo 2 a 0 no placar.

Aos poucos, os erros na recepção foram minando a confiança da equipe brasileira.

Pelo lado polonês, o ponteiro Bednorz estava eficiente no ataque e no bloqueio.

Com apenas 23 anos, era a referência do elenco europeu.

O técnico Renan Dal Zotto usou os dois pedidos de tempo para tentar reorganizar o time. Ele lançou Bruninho em quadra.

Mas com sete pontos de vantagem, a Polônia administrou a diferença e fechou em 25 a 17.

O levantador Bruninho iniciou como titular no segundo set .

Após um ataque de Leal, ele reuniu a equipe e abraçou os companheiros.

O espírito mudou.

Uma defesa de peito de Maurício Borges foi importante para a finalização de Wallace.

Mas logo Bednorz passou a cravar todos os ataques e deixou a Polônia em vantagem no marcador: 15 a 11.

O levantador Komenda se agachou e deixou a bola na medida para Kwolek: 18 a 12.

Douglas Souza entrou em quadra, e o Brasil conseguiu uma excelente reação.

Um ponto de saque de Lucão igualou a parcial em 21 a 21.

Foi a vez do assistente Jakub Bednaruk parar o jogo.

Erros bobos da seleção brasileira deram o set ao rival: 25 a 23.

Douglas seguiu em quadra no terceiro set.

O ponteiro foi importante para o volume de jogo do Brasil, além do equilibrar a recepção.

Uma linda defesa de Bruninho e Maurício Borges deixou o placar em 4 a 6.

O jogou ficou igual, com as equipes se alternando à frente do marcador.

O levantador Komenda segurou Douglas e vibrou bastante: 15 a 12.

No fim da parcial, Éder foi chamado para o saque e pontuou: 19 a 20.

A resposta polonesa veio em um bloqueio, que colocou o time em vantagem: 23 a 20.

Um ataque de Bednorz selou a vitória: 25 a 21.

Escalações:

Brasil: Cachopa, Wallace, Flávio, Lucão, Lucarelli e Leal.

Líberos: Thales e Maique.

Entraram: Bruninho, Alan, Maurício Borges, Douglas Souza e Éder.

Polônia: Komenda, Bednorz Kaczmarek, Klos, Bartosz , Kwolek e Huber.

Líbero: Popiwczak.

Entraram: Janusz, Lukasik e Muzaj.

Reportagem: Globoesporte.globo.com/Mg.superesportes.com.br

Adaptação: Eduardo Oliveira

Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro

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