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Análise

Ressurgindo? Toda cautela se faz necessária

Dono da melhor campanha entre todos os times da série D do Campeonato Brasileiro, o São Caetano dá mostras de que aprendeu com os erros e quer voltar, aos poucos, a fazer parte da elite do futebol nacional. Com 18 pontos em sete jogos, fruto de seis vitórias, a equipe do ABC lidera seu grupo, está classificada com antecedência para oitavas de final e desponta, obviamente, como favorita ao acesso.

Nairo
Nairo é um dos responsáveis pela decadência do São Caetano

Acostumado a protagonizar fracassos e acumular descensos nos últimos cinco anos, o azulão parece ressurgir. A campanha é tão boa que o presidente Nairo de Souza, um dos principais culpados pela recente trajetória da equipe, voltou a colocar as ‘mangas’ de fora e conceder sorridentes entrevistas. “Está na hora do São Caetano voltar a figurar entre os grandes. Estamos nos esforçando”, afirmou o mandatário.

Em 2015 o São Caetano já acumula o fracasso na série A2 do Campeonato Paulista, quando o time brigou pelo acesso, mas não teve êxito. Esperava-se que o time do ABC fosse um dos integrante do G4 ao final das 19 rodadas e a frustração foi inevitável com o sétimo lugar (35 pontos, mesma pontuação do Água Santa, quarto colocado, que conquistou o acesso).

O segundo semestre promete e, dentro de campo, a equipe comandada pelo técnico Luiz Carlos Martins, tem mostrado, realmente, que é merecedor da campanha e dos elogios. Além disso, não há adversário com qualidade parecida entre todos que disputam o torneio, pelo menos a julgar pelo futebol apresentado nesta primeira fase.

Boa fase no ataque

JoooooooooooDe quebra, o atacante Jô, artilheiro da série D com onze gols, já aparece como alvo de grandes clubes do futebol brasileiro. O jogador marcou duas vezes na vitória por 3 a 0, na última rodada, frente ao Volta Redonda, em casa, e colocou quase o dobro de vantagem para o vice-artilheiro (Josi, do Estanciano-SE, com seis gols anotados).

O atleta de 23 anos foi sondado semana passada pelo São Paulo, segundo informações de bastidores, no entanto, a negociação ficou emperrada e um dos motivos foi o histórico de Jô, que desde os tempos de Corinthians, na base, já era conhecido por suas trapalhadas fora de campo.

 

 

 

 

 

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Sou jornalista, apaixonado por futebol e política, mas, sobretudo, alucinado pela comunicação! Acredito no Brasil, confio nos seres humanos, sou entusiasta da transformação. Que Deus nos abençoe!