Em jogo “estrelado” pelo VAR, Bahia é batido pelo Defensa e sai atrás na briga pelas semi.
Árbitro de vídeo domina o primeiro tempo.
Gilberto e Matheus Bahia fazem os gols do Tricolor.
O Bahia foi batido pelo Defensa y Justicia por 3 a 2 na noite desta quarta-feira (9), em um dos jogos mais movimentados que o Tricolor disputou nos últimos meses.
Na primeira etapa, a arbitragem tomou conta das atenções: houve seis interferências do árbitro de vídeo.
Entre pênaltis marcados, anulados, convertidos e perdidos, o Tricolor foi para o intervalo perdendo por 2 a 1: Braian Romero fez os do time argentino e Gilberto marcou para o Bahia.
No segundo tempo, menos VAR e ainda menos criação.
O Bahia manteve maior posse de bola, mas não converteu em chances.
O melhor lampejo foi o gol marcado por Matheus Bahia aos 32 minutos do primeiro tempo.
O Bahia precisa vencer por pelo menos 2 a 0.
Se marcar quatro gols fora, o triunfo por um gol garante vaga nas semi.
Em caso de 3 a 2 para o time baiano, decisão nos pênaltis.
A partida está marcada para a próxima quarta-feira (9), às 19h15 (horário de Brasília), no estádio Norberto Tomaghello, em Florencio Varela, na Argentina.
O que menos se viu em quase 60 minutos de primeiro tempo foi bola rolando.
Foram seis (longas) intervenções do VAR: três gols marcados, três pênaltis.
Um pênalti anulado, outro perdido.
E um gol anulado.
Braian Romero abriu o placar nos primeiros minutos, gol validado pelo árbitro de vídeo três minutos depois.
Em seguida, o Bahia teve um gol anulado por suposto impedimento de Gilberto e viu o Defensa ampliar em pênalti convertido por Romero.
Aos 33 minutos do primeiro tempo, o Tricolor teve uma penalidade marcada a seu favor e anulada em seguida.
Cinco minutos depois, aos 38 minutos do primeiro tempo, novo pênalti, este, considerado válido.
Mas eis que Gilberto, na chance de empatar, mandou na lua.
No intervalo, o placar marcava 2 a 1 para o time argentino.
Na volta do intervalo, Mano Menezes fez trocas que não surtiram o efeito desejado.
Élber saiu para entrada de Rodriguinho e Daniel foi substituído por Gabriel Novaes.
Em vez de ganhar em criação e fluidez, o Bahia se tornou mais lento e viu o adversário aumentar a vantagem aos 22 minutos do segundo tempo, em contra-ataque de Romero e gol marcado por Enzo Fernández.
Dez minutos depois, aos 32 minutos do segundo tempo, Matheus Bahia, que havia substituído Juninho capixaba, colocou o Tricolor de novo no páreo: puxou o contragolpe, fez uma bela jogada com Gabriel Novaes e fuzilou o gol do Defensa.
No apito final, 3 a 2 para o time argentino.
Dizem que arbitragem boa é aquela que não é notada durante a partida.
Não foi o caso da equipe desta noite.
Durante o primeiro tempo, o árbitro Guillermo Guerrero chegou a demonstrar certa insegurança: reverteu todas as suas decisões após checagem no monitor do VAR.
O tempo para tomada de decisão durante a interferência do árbitro de vídeo também chamou atenção.
A cada checagem, eram cerca de três minutos de paralisação.
Resultado: 14 minutos de acréscimo apenas no primeiro tempo.
Em jogo “estrelado” pelo VAR, Bahia é batido pelo Defensa e sai atrás na briga pelas semi.
Gilberto em ação em partida entre Bahia e Defensa y Justicia, na Arena Fonte Nova. (Foto: Felipe Oliveira/Esporte Clube Bahia)
Árbitro de vídeo domina o primeiro tempo.
Gilberto e Matheus Bahia fazem os gols do Tricolor.
O Bahia foi batido pelo Defensa y Justicia por 3 a 2 na noite desta quarta-feira (9), em um dos jogos mais movimentados que o Tricolor disputou nos últimos meses.
Na primeira etapa, a arbitragem tomou conta das atenções: houve seis interferências do árbitro de vídeo.
Entre pênaltis marcados, anulados, convertidos e perdidos, o Tricolor foi para o intervalo perdendo por 2 a 1: Braian Romero fez os do time argentino e Gilberto marcou para o Bahia.
No segundo tempo, menos VAR e ainda menos criação.
O Bahia manteve maior posse de bola, mas não converteu em chances.
O melhor lampejo foi o gol marcado por Matheus Bahia aos 32 minutos do primeiro tempo.
O Bahia precisa vencer por pelo menos 2 a 0.
Se marcar quatro gols fora, o triunfo por um gol garante vaga nas semi.
Em caso de 3 a 2 para o time baiano, decisão nos pênaltis.
A partida está marcada para a próxima quarta-feira (9), às 19h15 (horário de Brasília), no estádio Norberto Tomaghello, em Florencio Varela, na Argentina.
O que menos se viu em quase 60 minutos de primeiro tempo foi bola rolando.
Foram seis (longas) intervenções do VAR: três gols marcados, três pênaltis.
Um pênalti anulado, outro perdido.
E um gol anulado.
Braian Romero abriu o placar nos primeiros minutos, gol validado pelo árbitro de vídeo três minutos depois.
Em seguida, o Bahia teve um gol anulado por suposto impedimento de Gilberto e viu o Defensa ampliar em pênalti convertido por Romero.
Aos 33 minutos do primeiro tempo, o Tricolor teve uma penalidade marcada a seu favor e anulada em seguida.
Cinco minutos depois, aos 38 minutos do primeiro tempo, novo pênalti, este, considerado válido.
Mas eis que Gilberto, na chance de empatar, mandou na lua.
No intervalo, o placar marcava 2 a 1 para o time argentino.
Na volta do intervalo, Mano Menezes fez trocas que não surtiram o efeito desejado.
Élber saiu para entrada de Rodriguinho e Daniel foi substituído por Gabriel Novaes.
Em vez de ganhar em criação e fluidez, o Bahia se tornou mais lento e viu o adversário aumentar a vantagem aos 22 minutos do segundo tempo, em contra-ataque de Romero e gol marcado por Enzo Fernández.
Dez minutos depois, aos 32 minutos do segundo tempo, Matheus Bahia, que havia substituído Juninho capixaba, colocou o Tricolor de novo no páreo: puxou o contragolpe, fez uma bela jogada com Gabriel Novaes e fuzilou o gol do Defensa.
No apito final, 3 a 2 para o time argentino.
Dizem que arbitragem boa é aquela que não é notada durante a partida.
Não foi o caso da equipe desta noite.
Durante o primeiro tempo, o árbitro Guillermo Guerrero chegou a demonstrar certa insegurança: reverteu todas as suas decisões após checagem no monitor do VAR.
O tempo para tomada de decisão durante a interferência do árbitro de vídeo também chamou atenção.
A cada checagem, eram cerca de três minutos de paralisação.
Resultado: 14 minutos de acréscimo apenas no primeiro tempo.
Reportagem: Globoesporte.globo.com
Adaptação: Eduardo Oliveira
Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro





