Brasil conquista 4 ouros na Copa do Mundo de boxe no Cazaquistão.
Brasil conquista sete medalhas na Copa do Mundo de Boxe em Astana, com 4 ouros, 2 pratas e 1 bronze no encerramento da competição.
A Seleção Brasileira de boxe encerrou sua campanha na etapa de Astana da Copa do Mundo com vários lugares no pódio.
Neste domingo (6), último dia de competição no Cazaquistão, o país marcou presença em 6 finais e levou a melhor em 4 delas.
Dessa forma, encerrou o evento com 7 medalhas: 4 ouros, 2 pratas e 1 bronze.
Luiz Oliveira, o Bolinha, foi quem conquistou a primeira medalha de ouro para o Brasil na etapa de Astana.
Diante do mongol Lundaa Gantumur, o brasileiro não deu chances e venceu a final dos 60kg por decisão unânime (5:0).
Kaian Reis faturou o segundo ouro do Brasil no Cazaquistão.
Na final dos 70kg, ele bateu o indiano Hitesh Hitesh.
Na categoria até 90kg, Isaías Ribeiro despachou o turco Emrah Yasar na final para se sagrar campeão.
Para encerrar a campanha brasileira, Yuri Falcão derrotou Abhinash Jamwall, da Índia, e faturou o topo do pódio nos 65kg.
Pratas e bronze: Antes de Bolinha conquistar o primeiro ouro, Rebeca Santos enfrentou a cazaque Viktoryia Grafeyev na final dos 60kg feminino.
A brasileira fez uma luta disputada, mas a decisão final dos juízes deram a medalha de ouro da categoria para a pugilista local por 3:2.
Com isso, Rebeca levou a prata.
Outra medalha prateada na Copa do Mundo de boxe do Cazaquistão veio nos 57kg feminino.
Jucielen Romeu enfrentou a indiana Jasmine Jasmine na final da categoria.
A brasileira acabou superada e ficou com o segundo lugar.
Além disso, vale destacar que Caroline Almeida faturou o bronze dos 51kg no último sábado (5).
Brasil conquista quatro ouros na Copa do Mundo de Boxe no Cazaquistão de 2025.
Presentes em seis finais neste domingo, 6 de julho, pugilistas brasileiros conquistam 4 títulos na disputa da Copa do Mundo de Boxe no Cazaquistão em 2025.
No total, país se despede da competição com 7 pódios.
A seleção brasileira se despediu da Copa do Mundo de Boxe no Cazaquistão em 2025 neste domingo, 6 de julho, mostrando que segue em ótima fase na modalidade nesta temporada mesmo com equipe renovada.
No encerramento da competição em Astana, o país esteve presente em seis finais e conquistou cinco medalhas de ouro.
Luiz Oliveira (60kg), Yuri Falcão (65kg), Kaian Reis (70kg) e Isaías Ribeiro Filho (90kg) conquistaram o título de suas categorias entre os homens.
Já Jucielen Romeu (57kg) e Rebeca Santos (60kg) perderam suas lutas nas categorias femininas e terminaram com a prata.
No sábado, dia 5 de julho, Caroline Almeida, a Naka (51kg), já tinha garantido o bronze ao parar na semifinal.
Neto de Servílio Oliveira, primeiro medalhista Olímpico do Brasil no boxe (bronze na Cidade do México 1968), Luiz Oliveira, o Bolinha, segue invicto em competições internacionais neste ano, com 3 títulos.
Jucielen (1 ouro, 1 prata e 1 bronze) e Isaías Ribeiro Filho (2 ouros e 1 bronze) também subiram em todos os pódios.
Dessa forma, a delegação brasileira se despede de Astana com 7 pódios, sendo 5 ouros, 1 prata e 1 bronze.
O país esteve na disputa em Astana, capital do Cazaquistão, com 14 atletas (7 homens e 7 mulheres).
Outros 5 pugilistas do Brasil chegaram às quartas de final e ficaram a 1 vitória do pódio.
A Copa do Mundo de Boxe no Cazaquistão em 2025 foi a segunda etapa da competição nesta temporada.
A primeira aconteceu em Foz do Iguaçu, no Brasil, entre março e abril, com 9 medalhas brasileiras (3 de ouro).
Depois, em maio, o país disputou o Grand Prix de Boxe da Tchéquia 2025, com 10 medalhas (6 de ouro).
Agora, a seleção brasileira se prepara para o principal desafio da temporada: o Mundial de Boxe em 2025, que acontecerá em Liverpool, na Inglaterra, entre 4 de setembro e 14 de setembro.
Depois, acontecerá a etapa final da Copa do Mundo de Boxe em Nova Délhi, na Índia entre 15 de novembro e 22 de novembro.
Na primeira sessão de finais da Copa do Mundo de Boxe no Cazaquistão em 2025 neste domingo, 6 de julho, o Brasil teve 2 representantes.
Rebeca Santos (60kg) foi a primeira pugilista do país a subir o ringue.
Porém, além da cazaque Viktoriya Grafeyeva, ela precisou encarar também a empolgada torcida local.
No primeiro round ela até teve sucesso.
Com menor envergadura em relação à adversária, Rebeca manteve distância e a forçou a se movimentar pelo ringue para cansá-la e diminuir a guarda.
A estratégia deu certo e a brasileira conseguiu encaixar golpes por baixo, como ganchos e jabs, vencendo a parcial de forma unânime por 5 a 0.
Porém, no segundo round, a armadilha não funcionou mais.
Com uma estratégia mais agressiva, Grafeyeva centralizou a luta e conseguiu encurralar a brasileira em diversos momentos, desferindo golpes diretos, equilibrando o combate.
O bom desempenho levantou a torcida da casa, que motivou a atleta com tudo no terceiro round.
Jã cansada, Rebeca não conseguiu se desvencilhar dos ataques e tinha grande dificuldade para se afastar e buscar os golpes no corpo.
Com trinta segundos, o árbitro abriu contagem para a brasileira, que acabou perdendo por decisão dividida (3 a 2).
Dessa forma, o primeiro ouro do Brasil na Copa do Mundo de Boxe no Cazaquistão em 2025 veio com o pugilista que ainda não sabe o que é perder nas competições internacionais.
Luiz de Oliveira, o Bolinha, enfrentou o mongol Lundaa Gantumur na decisão da categoria masculina 60kg e não teve dificuldades para confirmar o título.
O rival até tentou usar a mesma estratégia de Mahammadali Gasimzada, do Azerbaijão, na semifinal contra o brasileiro.
Ou seja, partir para cima no início para tentar cansar o brasileiro e dominar a luta.
A estratégia, porém, não funcionou.
‘Bolinha’ usou sua maior envergadura para neutralizar os golpes do atleta da Mongólia e, usando sua movimentação, atraía o adversário para baixar a guarda e encaixar os golpes.
Com essa postura nos 2 primeiros rounds, ele castigou o supercílio do rival, que precisou de atendimento médico 2 vezes.
Com vitória unânime nas duas primeiras parciais, Luiz Oliveira administrou a vantagem no último round, apenas se defendendo dos golpes e evitando o combate corpo a corpo.
Dessa forma, garantiu mais um título em sua carreira em decisão unânime dos juízes (5 a 0).
Brasil confirma mais três ouros em combates difíceis na última sessão: Já na última sessão de lutas da Copa do Mundo de Boxe no Cazaquistão em 2025, a seleção brasileira participou de 4 finais bastante duras e garantiu mais três títulos.
Kaian Reis (70kg) começou muito bem a disputa do ouro contra Hitesh Gulia (Índia), vencedor da etapa da Copa do Mundo em Foz do Iguaçu, no Brasil.
Comandando as ações ofensivas,o pugilista brasileiro empurrava o rival às cordas e encaixou os golpes para vencer por 4 a 1 o primeiro round.
Hitesh, porém, equilibrou o combate no segundo round ao atrair Kaian para o corpo a corpo e desferir vários golpes de contra-ataque, fazendo com que 3 dos 5 árbitros empatassem o duelo.
No terceiro round, o atleta do Brasil apostou na luta a meia distância, buscando a guarda baixa do rival para desferir ganchos.
Assim, foi o campeão de forma unânime por 5 a 0.
Na luta seguinte, foi a vez de Isaías Ribeiro Filho (90kg) buscar seu segundo título na temporada diante de Emrah Yasar, da Turquia.
O combate, porém, não começou bem para o brasileiro.
Com o rival encaixando os golpes e obrigando o brasileiro se movimentar mais, ele venceu a parcial por 3 a 2.
Isaías voltou melhor para o segundo round ao mudar a estratégia e se defendendo com o jogo de corpo para contra-atacar com a direita.
Desferiu vários golpes diretos no rosto do rival, empatando o confronto.
Por fim, com a luta mais aberta no último round, os pugilistas trocaram golpes, a ponto de ambos terem contagem aberta pelo árbitro.
No fim, melhor para o brasileiro, que se destacou mais com sua direita e confirmou o ouro.
Jucielen Romeu (57kg) não teve a mesma sorte dos companheiros.
Diante da indiana Jaismine Lamboriya, ela também não começou bem e teve dificuldades para fugir da maior envergadura da rival, perdendo o primeiro round por 3 a 2.
Juci empatou o combate no segundo ao se antecipar à aproximação e encaixar cruzados e jabs.
Porém, no round decisivo, a luta equilibrada pendeu a favor da atleta da Índia, que encaixou mais golpes na parte final para levar o ouro.
Por fim, Yuri Falcão (65kg) parecia que não teria problemas para vencer o também indiano Abhinash Jamwal.
Com maior movimentação pelo ringue, o brasileiro forçou a guarda baixa do rival e encaixou diversos golpes, vencendo o primeiro round de forma unânime.
Entretanto, no segundo, foi a vez do indiano montar uma armadilha para o brasileiro.
Com uma estratégia mais agressiva, cercou o brasileiro em diversos momentos para desferir golpes e evitar o contragolpe.
Assim, 4 árbitros deram empate e deixaram a decisão para o fim.
Com uma disputa franca e aberta, os 2 pugilistas trocaram golpes, no fim, os árbitros deram vitória de Yuri em decisão dividida (3 a 2).
Confira os resultados dos pugilistas brasileiros nas finais deste domingo, 6 de julho, no encerramento da Copa do Mundo de Boxe no Cazaquistão em 2025:
57kg feminino – Final: Jucielen Romeu (Brasil) 1 X 4 Jaismine Lamboriya (Índia)
60kg feminino – Final: Rebeca Santos (Brasil) 2 X 3 Viktoriya Grafeyeva (Cazaquistão)
60kg masculino – Final: Luiz Oliveira (Brasil) 5 X 0 Lundaa Gantumur (Mongólia)
65kg masculino – Final: Yuri Falcão (Brasil) 3 X 2 Abhinash Jamwal (Índia)
70kg masculino – Final: Kaian Reis (Brasil) 5 X 0 Hitesh Gulia (Índia)
90kg masculino – Final: Isaías Ribeiro (Brasil) 3 X 2 Emrah Yasar (Turquia)
O Brasil terminou a disputa da Copa do Mundo de Boxe Cazaquistão 2025 com 7 pódios.
Confira todos os medalhistas do país.
🥇 Luiz Oliveira (60kg masculino)
🥇 Kaian Reis (70kg masculino)
🥇 Isaías Filho (90kg masculino)
🥇 Yuri Falcão (65kg masculino)
🥈 Jucielen Romeu (57kg feminino)
🥈 Rebeca Santos (60kg feminino)
🥉 Caroline Almeida (51kg feminino)
Reportagem: Olimpiadatododia.com.br/Olympics.com
Adaptação: Eduardo Oliveira
Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro





