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THEA LAFOND. ATLETA DOMINICA. MEDALHA DE OURO. ATLETISMO FEMININO.
Análise

Primeira medalha na história

Veja países que conquistaram medalha pela primeira vez na história das Olimpíadas.

Albânia, Cabo Verde, Dominicana, Santa Lúcia e a Equipe Olímpica de Refugiados conquistaram nos Jogos de Paris as primeiras medalhas de sua história.

Albânia, Cabo Verde, Dominicana, Santa Lúcia e a Equipe Olímpica de Refugiados fizeram história nos Jogos de Paris ao subirem ao pódio conquistando medalhas olímpicas pela primeira vez. 

Conhece os nomes que foram responsáveis pelo feito?

Santa Lúcia 🥇🥈: 

A Santa Lúcia tem uma corredora a agradecer: Julien Alfred, de 23 anos. 

Ela superou a americana Sha’Carri Richardson, considerada uma das favoritas na disputa, para cravar no peito o ouro pela prova dos 100 metros rasos. 

E ainda garantiu uma prata nos 200 metros, colocando 2 medalhas inéditas no quadro da Santa Lúcia, país insular das Pequenas Antilhas, no Caribe.

Dominica 🥇:

Outra história se criou no atletismo: Thea LaFond, que é triplista e conquistou a medalha de ouro em Paris para a Dominica, que é um estado soberano insular na região das Pequenas Antilhas e com cerca de 71 mil habitantes no último censo, de 2011. 

Não se trata, aliás, da República Dominicana.

Albânia 🥉🥉: Na área das lutas… Chermen Valiev conquistou o bronze na luta livre masculino e deu à Albânia sua primeira medalha olímpica. 

E detalhe que pouco depois o conterrâneo Islam Dudaev repetiu o feito, levando o bronze para garantir duas medalhas ao país. 

Eles competiram nas categorias de 74kg e 65kg.

Cabo Verde 🥉: No boxe foi David Pina quem comemorou o bronze, na categoria de até 51kg, para dar a conquista inédita a Cabo Verde. 

Ele que chamou a atenção, aliás, por seu visual diferente, com um penteado em referência ao Mickey Mouse, e virou sensação no boxe africano.

“Eu ainda não caí na real para ver que eu consegui um fato histórico, brutal, que nunca mais vai ser apagado – disse o pugilista”.

Equipe de Refugiados 🥉:

E a última delas aconteceu com a Equipe Olímpica de Refugiados, que nasceu em 2015, para os Jogos do Rio de Janeiro como símbolo de esperança, e quase uma década depois registra sua primeira medalha: o bronze no boxe de Cindy Ngamba, que nasceu em Camarões e representou a equipe de refugiados na categoria peso-médio.

“Significa o mundo para mim ser a primeira atleta refugiada a ganhar uma medalha”, disse Ngamba após a luta.

Reportagem: Globoesporte.globo.com

Adaptação: Eduardo Oliveira

Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro

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