Torcedores não precisam ter nenhum compromisso com coerência, acertos, erros, análises sóbrias (rá!) e diagnósticos precisos das crises.
Após aquela sapecada no Independência a reação de qualquer um que torça minimamente para o São Paulo é gritar o velho e bom “Fora todo mundo”. Mas torcedor não gerencia merda nenhuma dentro de um clube, ou não deveria.
Desde quinta-feira é uma informação mais bizarra que a outra sobre o São Paulo. Dispensa de jogadores que custaram em torno de 20 milhões, chegada do décimo quinto lateral direito do time, interesse pelo Felipe Melo (isso é uma boa) e a cereja do bolo, ou azeitona do martini do Juvenal: A REINTEGRAÇÃO DO POSSANTE JUAN, o melhor lateral do mundo que joga vestindo uma calça jeans molhada.
Todas essas medida que a direção, mentira, o Juvenal tomou simplesmente na sua maioria não fazem o menor sentido. Dispensar o Cortes, por exemplo, por não estar jogando bem, sendo que o 2012 dele foi bom. Dispensar jogadores que não tiveram a menor chance de jogar como o Wallyson e o Fabrício, o canela de vidro. Dispensar o Cañete por estar fora de forma, sem nem sequer dar uma punição anterior.
Se até pelo menos o fim de 2008/começo de 2009 o SPFC era uma referência em como estruturar um clube e montar grandes times e manter treinadores, hoje são 6 treinadores em 4 anos, todos eles demitidos no meio dos campeonatos. NENHUM deles teve chance de começar o trabalho em pré-temporada.
Juvenal, ao que parece, começa a tomar o mesmo caminho dos presidentes dos coirmãos. Marcelo Texeira (Santos), Mustafá (Palmeiras) e Dualib (Corinthians) estão, assim como Juvenal, estão entre os mais vitoriosos de seus clubes, mas tiveram finais de gestão absolutamente ridículos, saindo pela porta dos fundos ao final da gestão, com os times namorando a zona de rebaixamento ou caindo mesmo.
Juvenal tem um ano ainda de gestão (se não inventar nenhum golpe), resta esperar que a saída dele seja mais honrosa que a dos seus ex-colegas.





