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SELEÇÃO BRASILEIRA. EDNALDO RODRIGUES. DORIVAL JÚNIOR. FILIPE LUÍS.
Análise

Pensando na Seleção

De volta à CBF (Confederação Brasileira de Futebol), Ednaldo Rodrigues quer novo técnico e avalia Dorival e Filipe Luís na Seleção.

Reconduzido ao cargo, presidente da entidade afirma que primeira meta é escolher comissão técnica definitiva do Brasil.

Atual treinador, Fernando Diniz tem contrato até junho de 2024.

De volta à presidência da CBF, após liminar concedida, nesta quinta-feira (4), pelo ministro do Supremo Tribunal Federal Gilmar Mendes, Ednaldo Rodrigues disse à revista “Veja” que sua primeira meta será escolher a comissão técnica definitiva da seleção brasileira.

O dirigente foi reconduzido ao cargo por liminar do ministro do Supremo Tribunal Federal Gilmar Mendes.

Segundo apuração do Globo Esporte, os nomes na mesa do, de novo, presidente da CBF são Dorival Júnior, hoje técnico do São Paulo, tem contrato até o fim de 2024 no Morumbi, e o ex-jogador Filipe Luís, que se aposentou do futebol profissional pelo Flamengo no fim de 2023.

Filipe Luís fez cursos da CBF Academy e tem desejo de se tornar treinador. As últimas habilitações já o permitiam treinar times de categorias de base (licença B) e profissionais (licença A).

Ednaldo tomou a decisão de escolher técnico em definitivo na Seleção depois que o plano anterior, de ter Carlo Ancelotti a partir do meio deste ano, foi por água abaixo após a renovação do treinador italiano com o Real Madrid.

O técnico da Seleção hoje é Fernando Diniz.

Também comandante do Fluminense, ele tem contrato com a CBF até o meio deste ano, e os dirigentes tricolores sempre reforçaram que não queriam perdê-lo para a Seleção.

“(Primeira meta é) Inscrever a seleção brasileira no torneio pré-olímpico e resolver a questão do técnico e da comissão técnica definitiva da seleção principal”, declarou Ednaldo à Veja.

O fato de a Copa América ser disputada durante o Campeonato Brasileiro, o que vai fazer com que os clubes fiquem desfalcados por nove rodadas, seria um inconveniente a mais para manter a atual dupla função do atual treinador da Seleção e do Fluminense.

Em outro trecho da entrevista para a “Veja”, Ednaldo contou que soube da liminar do STF (Supremo Tribunal Federal) quando estava no hospital com a esposa, que está internada.

Ele manteve a decisão de não se candidatar novamente à presidência da CBF caso seja realizada eleição em 2025.

Reportagem: Globoesporte.globo.com

Adaptação: Eduardo Oliveira

Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro

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