Em jogo com 32 minutos de paralisação, Santos-AP goleia Macapá e assume a liderança no saldo de gols.
Peixe da Amazônia fica ligado após paralisação por falta de ambulância e marca quatro vezes para vencer o Leão.
Os gols da partida foram marcados por Luciano (duas vezes), Dedé e Douglas.
O jogo desta quaita-feira (5) entra Santos-AP e Macapá foi marcado pela paralisação de 32 minutos por falta de ambulância no Estádio Zerão, que saiu para levar o goleiro Alexandre do Macapá ao hospital.
Antes da parada a partida seguia equilibrada com Santos tendo as melhores chances mas o Macapá assustando nos contra-ataques.
Com a paralisação os times esfriaram, pior para os jogadores do Leão que voltaram apáticos enquanto os do Peixe da Amazônia totalmente ligados, uma diferença de concentração que surtiu efeito para o Santos, logo que a bola voltou a rolar, conseguindo 2 gols em 5 minutos, placar que fechou o primeiro tempo.
Na etapa final o Macapá melhorou e passou a assustar o goleiro Gustavo, mas em contra-ataques o Peixe conseguiu ampliar o marcador e transformar em goleada, fechando o marcador em 4 a 0, gols de Luciano (duas vezes), Dedé e Douglas.
Autor do segundo gol da partida o zagueiro Dedé é o artilheiro do Amapazão com 3 gols.
Goleiro Marco Antonio, 17 anos, fez seu primeiro jogo como profissional.
Ele entrou na partida após contusão do goleiro Alexandre que foi levado ao hospital.
Santos-AP folga na próxima rodada e só volta a campo na quinta-feira, dia 19 de agosto, contra o Trem, ás 20 horas (horário de Brasília) no Estádio Zerão.
Macapá terá apenas três dias de descanso e joga na segunda-feira (9) contra São Paulo-AP, às 20 horas (horário de Brasília), no Zerão.
Campeonato Amapaense prossegue no sábado (7) com clássico entre Santana contra Independente-AP, ás 17 horas (horário de Brasília), no Estádio Zerão.
Para o Canário vencer o maior rival vale a sobrevivência na competição e para o Carcará uma vitória garante a retomada da liderança.
Reportagem: Globoesporte.globo.com
Adaptação: Eduardo Oliveira
Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro





