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LIGA DAS NAÇÕES. brasil. bélgica.
Análise

Pegou o elevador

Brasil despacha a Bélgica e sobe na tabela da Liga das Nações.

Seleção não toma conhecimento das rivais, vence por 3 sets a 0 e assume vice-liderança.

O Brasil não quis dar chance à sorte.

Nesta segunda-feira (7), a seleção de José Roberto Guimarães voltou a mostrar evolução e despachou a Bélgica em 3 sets a 0, parciais 25/18, 25/16 e 25/17.

Com mais um bom desempenho e guiada pelos ataques de Tandara, a equipe seguiu com passos firmes o seu caminho rumo às Olimpíadas de Tóquio.

A vitória, de quebra, faz com que a seleção assuma a vice-liderança da fase de classificação da Liga das Nações, atrás apenas dos Estados Unidos.

A evolução se mantém.

Tudo bem, ninguém esperava que a Bélgica causasse muitos problemas.

Mas, ainda assim, a equipe brasileira somou mais alguns passos rumo à forma ideal.

Zé Roberto, mais uma vez, repetiu a formação das últimas partidas, dando ainda mais entrosamento ao time.

Com um passe preciso e ataque eficiente, principalmente pelas mãos de Tandara, o Brasil dominou as rivais sem correr riscos do início ao fim.

Tandara, com 17 pontos, foi o grande nome da partida.

Gabi, com 11, também brilhou em uma partida de poucos erros, principalmente no ataque.

A seleção também brilhou no passe.

Foram poucas falhas.

Camila Brait, mais uma vez, deu segurança à defesa brasileira durante toda a partida.

Rosamaria, que entrou no decorrer do jogo, também aproveitou a nova chance: em quatro ataques, quatro pontos.

O Brasil volta à quadra nesta terça-feira (8).

O time de Zé Roberto vai encarar a China, às 11 horas (horário de Brasília), com transmissão do SporTV2.

O globo esporte acompanha tudo em tempo real.

Com a vitória nesta segunda-feira (7), aliada à derrota da Turquia para a República Dominicana, o Brasil sobe para a segunda colocação na tabela, atrás apenas dos Estados Unidos.

A seleção soma sete vitórias na Liga das Nações, com apenas uma queda, justamente para as americanas.

As quatro melhores equipes avançam à fase final.

Primeiro Set – Organização e poucos erros: Janssens aproveitou um espaço aberto junto à rede e atacou firme, dando fim ao primeiro rali logo na abertura do jogo.

As belgas, que vinham de quatro vitórias em sequência, queriam manter o bom momento.

Mas o Brasil, cada vez mais entrosado, não quis dar brechas a surpresas. Logo, a seleção abriu 8/4 até com alguma facilidade.

Um breve momento de desatenção até permitiu que as belgas, da boa ponteira/oposta Herbots, se aproximassem no placar.

Mas foi por pouco tempo. Sem perder o controle, a seleção caminhou com tranquilidade para fechar a parcial em 25/18, com Tandara.

Segundo set – Passeio à brasileira: A seleção manteve o ritmo na volta à quadra.

A facilidade era tanta que a equipe de José Roberto Guimarães abriu 7/2 e obrigou que o treinador rival pedisse tempo mesmo a um ponto da parada técnica.

O passeio brasileiro, porém, seguiu sem maiores problemas.

Com um passe preciso e um ataque eficiente, a seleção aumentou a vantagem pouco a pouco.

Em um ace de Gabi, 18/12.

A partir daí, foi só seguir o embalo para fechar em 25/16.

Terceiro set – Um pouco mas de dificuldade, mas sem sustos: Zé Roberto voltou à quadra com Bia no lugar de Carol.

O técnico, mais uma vez, aproveitou para dar rodagem ao elenco diante da facilidade do jogo.

Do outro lado, o treinador belga também tentou mudar para buscar uma improvável virada.

Chegou a engrossar o jogo e se manter colado no placar.

Mas, mesmo nesses momentos, a seleção, ainda que cometesse erros que não vinha cometendo, seguiu controlando a partida.

Na inversão, Zé Roberto voltou a mandar Roberta e Rosamaria em quadra.

No ponto da oposta, a vantagem subiu para 15/12.

A Bélgica ainda voltou a pressionar por um breve momento, mas o Brasil cresceu.

Tandara, a melhor da noite, fez a diferença disparar.

No fim, em mais um erro das rivais, conta fechada: 25/17.

Reportagem: Globoesporte.globo.com

Adaptação: Eduardo Oliveira

Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro

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