Esquema de Jogo

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CAMPEONATO BRASILEIRO DA SÉRIE A. PRIMEIRA FASE. SANTOS-SP. BAHIA-BA. PALMEIRAS-SP. SÃO PAULO-SP. VASCO-RJ. GRÊMIO-RS. FORTALEZA-CE. AVAÍ-SC.
Análise

Olha o Peixe aí!!!

Com gol de Sánchez, Santos bate Bahia e diminui vantagem para o líder Palmeiras.

Equipes criam pouco no primeiro tempo, melhoram no segundo, e Sánchez define, de pênalti, o placar em Pituaçu.

Peixe fica a 3 pontos do Palmeiras, enquanto o Bahia segue no meio da tabela.

Sánchez marcou o gol da vitória do Santos contra o Bahia. (Foto: Globoesporte.globo.com)
O Santos venceu o Bahia por 1 a 0, na noite deste sábado (13), no Pituaçu, e diminuiu de cinco para três pontos a vantagem do líder Palmeiras.

O único gol do jogo foi marcado pelo uruguaio Carlos Sánchez, de pênalti, aos 41 minutos do segundo tempo.

No geral, foi um jogo travado, de muita batalha no meio-campo e com os sistemas de marcação levando a melhor na maioria dos lances.

A equipe de Jorge Sampaoli, porém, acabou batendo a de Roger Machado.

Detalhe: o Santos teve 61% da posse de bola contra 39% do Bahia, mesmo fora de casa.

A defesa foi a tônica de um primeiro tempo marcado pelo perfil estrategista de Jorge Sampaoli e Roger Machado.

Na maior parte da primeira etapa, o que se viu foram dois times bem armados, que recompunham suas defesas com facilidade, mas tinham dificuldade para furar o bloqueio adversário, tanto que mal se ouviu falar de Fernandão e Uribe, que seriam, em tese, os jogadores mais agudos em campo.

As chances de gol só começaram a surgir por volta dos 30 minutos do primeiro tempo.

Arthur Caíke chegou com perigo duas vezes, mas foi desarmado pela zaga santista.

Victor Ferraz e Sánchez chegaram perto, mas não conseguiram abrir placar para o Santos.

A segunda etapa empolgou mais o torcedor do que os 45 minutos iniciais.

Bahia e Santos voltaram a campo com ímpeto para compensar a falta de chances do primeiro tempo.

Inicialmente, rolou um “toma lá, dá cá”, em que o equilíbrio foi marcante: pelo Tricolor baiano, Artur embolou os marcadores com sua agilidade; pelo Peixe, Soteldo deu trabalho a Ezequiel.

E foi justamente em uma das vezes em que o atacante venezuelano se livrou da marcação que o Santos teve sua maior chance.

Cruzou na cabeça de Sasha, que chutou à queima-roupa para uma bela defesa de Douglas aos 22 minutos do segundo tempo.

O gol da partida veio aos 41 minutos do segundo tempo, quando Sánchez foi derrubado na área por Guerra.

O uruguaio cobrou; Douglas fez a defesa, mas viu Sánchez aproveitar o rebote para decretar o triunfo santista.

Com o resultado desta noite, o Santos chegou à sua quinta partida seguida sem derrotas no Brasileirão, a quarta vitória consecutiva.

A última vez em que o Peixe foi derrotado foi no dia 18 de maio, quando o Palmeiras venceu por 4 a 0 o jogo disputado no Pacaembu.

O Bahia dorme na décima posição, com 14 pontos.

Já o Santos diminuiu a distância para o Palmeiras: tem 23 pontos e segue na vice-liderança.

Mas a classificação deve mudar, já que ainda há seis jogos da rodada marcados para domingo e segunda-feira.

O Bahia volta a campo na quarta-feira (17), quando enfrenta o Grêmio na Arena Fonte Nova, pelas quartas de final da Copa do Brasil.

Pelo Brasileirão, o time baiano volta a jogar no próximo sábado (20), em casa, contra o Cruzeiro.

O Santos vai ao Rio de Janeiro, onde entra em campo contra o Botafogo, pela décima primeira rodada da Série A.

Com gol “espírita”, Palmeiras arranca empate do São Paulo, mas vê vantagem diminuir.

Tricolor abre o placar com Pablo (que volta a se machucar), cria chances, mas toma empate em lance bizarro – chute de Dudu sobe muito, bate no travessão, volta em Volpi e entra.

Verdão segue invicto, agora com três pontos para o Santos.

Com time misto, poupando para a Copa do Brasil, o Palmeiras arrancou ótimo empate do São Paulo, em 1 a 1, no Morumbi, na noite deste sábado (13), pela décima rodada do Campeonato Brasileiro.

O Tricolor abriu o placar com Pablo (que voltou a se machucar), criou chances para ampliar, mas tomou empate em lance bizarro, Dudu chutou, a bola desviou em Reinaldo, subiu muito, bateu no travessão, voltou em Volpi e entrou.

O gol foi tão estranho que Cuca o chamou de “espírita”, mas a torcida do Palmeiras viu semelhança com outros gols de cobertura, enchendo as redes sociais de memes.

Com o resultado de 1 a 1, o Palmeiras segue invicto no Brasileirão (já são 33 jogos sem derrotas na competição, incluindo todo o segundo turno do torneio do ano passado), mas agora com “apenas” três pontos de frente para o segundo colocado, o Santos (26 a 23 pontos).

Já o São Paulo segue no meio da tabela, com 15.

Este foi apenas o segundo jogo em que o Palmeiras perdeu pontos no Brasileirão, o primeiro havia sido no empate em 1 a 1 com o CSA, em Maceió.

Duas coisas em comum nessas partidas: em ambas, o Palmeiras jogou com time misto (ou seja, não perde nem com reservas) e teve mais posse de bola do que o adversário.

Nas oito vitórias até agora no Brasileirão, o Palmeiras só teve mais posse do que o adversário em uma delas (contra o lanterna Avaí, em casa).

O São Paulo segue sem vitórias em clássicos no ano.

Agora são nove jogos contra os grandes rivais, com cinco derrotas e quatro empates.

Já nos acréscimos, houve uma grande confusão entre os jogadores dos dois times.

Raniel entendeu que Deyverson estava provocando o São Paulo e foi tirar satisfações.

Foi o estopim para que o tempo fechasse.

Vale destacar que, antes do jogo, as duas equipes chegaram juntas ao Morumbi, em sinal claro de confraternização.

Pela primeira vez o Tricolor teve o “ataque APP”, com Antony, Pablo e Pato.

Dos três, a maior expectativa recaía sobre Pablo, que não jogava desde o Campeonato Paulista e fez sua primeira partida com a camisa 9 (chegou ao clube com a 12, porque a 9 era de Diego Souza).

E foi justamente no minuto 9 que Pablo deixou sua marca, completando cruzamento rasteiro de Hernanes.

No primeiro tempo, o time de Cuca mostrou evolução no período de pausa do Brasileirão para a Copa América.

Meio-campo (com Luan, Tchê Tchê e Hernanes) e ataque (“APP”) demonstraram muita mobilidade e dificularam a saída de bola do Palmeiras, que pouco produziu na etapa inicial.

O problema foi a lesão de Pablo, no fim do primeiro tempo.

Raniel entrou no intervalo e perdeu grande chance logo na primeira jogada.

Por ser mais “centroavante” (ou seja, ter menos mobilidade que Pablo), Raniel teve dificuldade para se encaixar no time.

Aos poucos, o Tricolor foi perdendo ímpeto, e o gol de empate, “achado” pelo Palmeiras, foi um balde d’água fria no time, que não conseguiu se reencontrar em campo.

Na escalação inicial, Felipão poupou cinco titulares: Luan, Gustavo Gómez, Felipe Melo, Bruno Henrique e Lucas Lima, ou seja, a dupla de zaga e o trio de meio-campo.

Desses cinco, só Bruno Henrique e Gómez ficaram no banco.

O motivo de tamanha cautela é o jogo da volta das quartas de final da Copa do Brasil contra o Internacional, quarta-feira (17), em Porto Alegre (na ida, o Palmeiras venceu por 1 a 0).

Sem esses cinco titulares, o Verdão começou acuado, com problemas principalmente na saída de bola, e assustado pela pressão e movimentação apresentadas pelo rival.

Levou o gol aos 9 minutos e demorou pelo menos outros 20 até entrar no jogo de fato.

O setor de meio-campo deixava a desejar, mas a bronca maior de Felipão à beira do campo era com Deyverson, o técnico queria o atacante mais enfiado na área, sem cair pelos lados ou voltar para ajudar na armação.

No geral, o Palmeiras teve muito mais posse de bola (58%, coisa rara) e aparentou não saber o que fazer com ela.

Acabou dando sorte (de campeão?) ao “achar” um gol num chute despretensioso de Dudu, que contou com imensa colaboração de Tiago Volpi.

No final, mostrou-se mais perto do segundo gol do que o rival. Ótimo resultado!

Depois de 105 dias sem jogar, afastado por conta de uma lesão na região lombar, Pablo voltou e marcou, aos 9 minutos do primeiro tempo.

Mas chocou a todos aos 40, numa queda feia após disputa no alto com Thiago Santos.

Pablo caiu sobre sua perna direita, que dobrou com o impacto.

O atacante tentou voltar a campo, mas, mancando muito, foi substituído pelo estreante Raniel. Pablo, agora, será submetido a exames para detectar o grau da lesão.

O VAR entrou em ação no primeiro tempo de São Paulo e Palmeiras e evitou a aplicação de um cartão amarelo errado.

Aos 22 minutos do primeiro tempo, Moisés, do Palmeiras, fez uma falta dura em Hudson, do São Paulo.

O árbitro Bruno Arleu de Araújo, porém, aplicou o cartão amarelo a Zé Rafael, que estava próximo da jogada.

O curioso é que Zé Rafael mal reclamou da advertência.

Pouco depois, Bruno Arleu de Araújo foi alertado pelo árbitro de vídeo, em cerca de dois minutos, a nova decisão foi tomada, e o cartão amarelo dado a Moisés, o real responsável pela falta.

O Palmeiras volta a jogar na quarta-feira (17), contra o Internacional, pela partida de volta das quartas de final da Copa do Brasil.

Pelo Brasileirão, o próximo jogo do Verdão será no sábado (20), contra o Ceará, em Fortaleza.

Já o São Paulo terá um bom tempo de descanso: só volta a jogar na outra segunda-feira (22), contra a Chapecoense, no Morumbi, pelo Brasileiro.

São Paulo e Palmeiras começaram o jogo em rotações bem diferentes.

Mais leve e com Tchê Tchê adiantado, o Tricolor quase sempre mostrou vantagem nos lances de ataque, a presença do volante perto da área fez a marcação alviverde se perder, deixando jogadores livres perto da área.

Logo aos 9 minutos do primeiro tempo, Pablo recebeu cruzamento rasteiro de Hernanes e se antecipou a Antônio Carlos para abrir o placar.

O Palmeiras, mesmo com cinco mudanças no time e um rendimento abaixo da média, passou a equilibrar as ações aos poucos, sua melhor chance foi num chute de Gustavo Scarpa que exigiu grande defesa de Tiago Volpi.

O árbitro Bruno Arleu de Araújo controlou bem o jogo com cartões, apesar de ter sido corrigido pelo VAR num cartão amarelo que acabou dado a Moisés.

Pablo, que fez seu primeiro gol no Morumbi, inspirou preocupação por causa de um problema no joelho após uma queda.

Raniel substituiu o lesionado Pablo e teve grande chance para ampliar o placar logo em seu primeiro lance, mas parou em Weverton.

Aos poucos, o São Paulo foi diminuindo o ímpeto, e o Palmeiras cresceu no jogo.

Volpi apareceu bem para defender uma finalização de Deyverson à queima-roupa, mas falhou feio no “gol achado” por Dudu.

Já com Igor Gomes no lugar de Hernanes, o São Paulo tentou um último respiro no fim.

Mas o Palmeiras, feliz com o empate, soube cozinhar bem o jogo para manter sua incrível invencibilidade: já são 33 partidas sem perder pelo Brasileirão, incluindo todo o returno do torneio do ano passado.

Wellington Paulista marca dois, e Fortaleza bate o Avaí na reestreia da Série A.

Tricolor vence as adversidades, principalmente a saída precoce do atacante Osvaldo, para chegar aos 13 pontos.

O time catarinense, por outro lado, segue afundado na lanterna, com 4 pontos.

Na reestreia na Série A do Brasileiro, deu Rogério Ceni no duelo contra Alberto Valentim.

Com dois gols de Wellington Paulista, o Fortaleza bateu o Avaí por 2 a 0, neste sábado (13), na Arena Castelão, pela décima rodada da competição.

Não foi um jogo bonito, mas o Tricolor do Pici soube vencer as adversidades, principalmente a saída precoce do atacante Osvaldo, para chegar aos 13 pontos.

O time catarinense, por outro lado, segue afundado na lanterna, com quatro pontos somados em 10 jogos.

Nenhuma vitória. Brenner ainda marcou no fim, mas estava em posição irregular

O Fortaleza apresentou muita dificuldade na saída de bola no início do primeiro tempo.

O Avaí soube ter mais posse, mas não teve a boa finalização para fazer o gol.

Quando Pedro Castro arriscou, Felipe Alves salvou.

Sob forte marcação, o time comandado por Rogério Ceni ainda sofreu um duro golpe: a saída precoce do atacante Osvaldo, que sentiu a panturrilha esquerda, dando espaço a Kieza.

André Luís, recuperado após pancada no joelho, recebeu cruzamento de Carlinhos e bateu muito bem, mas Betão tirou quase em cima da linha.

Explorando a jogada aérea, Wellington Paulista teve frieza e precisão para fazer o primeiro do Fortaleza no confronto

No intervalo, somente o Avaí mexeu: Caio Paulista entrou na vaga de Léo.

E justamente ele quase fez o do empate do Avaí, logo aos 7 minutos do segundo tempo.

As duas equipes criaram possibilidades, já que André Luís também teve uma boa chance na sequência.

Mas, na tarde deste sábado (13), triunfou a experiência de Wellington Paulista.

Mais uma vez bem posicionado, o atacante subiu mais alto do que todos e colocou por baixo das pernas de Vladimir.

Ainda assim, as dificuldades do ataque de Ceni ficaram latentes.

Kieza não rendeu bem, e Romarinho não teve a velocidade exigida no jogo.

O Avaí também deixou claras as limitações: nem mesmo as mudanças foram capazes de mudar o enredo do duelo.

Brenner ainda marcou no fim, mas estava em posição irregular.

Com o resultado, o Fortaleza soma 13 pontos e fica no meio da tabela.

O Avaí segue na lanterna, com quatro pontos marcados.

Na próxima rodada, o Fortaleza encontra o Atlético-MG no domingo (21), às 16 horas (horário de Brasília), no Independência, pela décima primeira rodada.

O Avaí enfrenta o Goiás no domingo (21), às 19 horas (horário de Brasília), na Ressacada

VAR anula golaço do Vasco, e Grêmio busca virada com dois gols de Pepê.

Pikachu abre o placar no primeiro tempo cobrando pênalti e marca de novo no início da etapa final, mas arbitragem invalida lance e Tricolor vence jogando em casa.

Em uma partida marcada por um gol anulado do Vasco pelo uso do VAR, o Grêmio, que começou com uma equipe mista, venceu o Cruzmaltino por 2 a 1, na tarde deste sábado (13), em Porto Alegre. Pikachu abriu o placar, e Pepê fez os dois da virada tricolor.

Com o resultado, o Grêmio chega aos 14 pontos na classificação do Campeonato Brasileiro.

Já o Vasco permanece com nove pontos.

O jogo começou equilibrado, mas foi o Vasco que chegou primeiro.

Depois de cobrança de Valdívia na área aos 12 minuto do primeiro tempo, a bola ficou viva na área, e o árbitro viu David Braz puxar a camisa de Oswaldo Henríquez: pênalti. Pikachu cobrou com categoria e fez.

Percebendo que o Grêmio não chegava, Renato Gaúcho colocou Everton em campo, mas o rendimento não melhorou.

O segundo tempo começou com um gol do Vasco.

Após uma bela troca de passes, Pikachu entrou na área e marcou, mas o árbitro Rodolfo Toski Marques, depois de ser chamado pelo VAR, anulou o lance.

O Grêmio acabou crescendo no jogo e conseguiu a virada com dois gols de Pepê, sendo o último de cabeça aos 40 minutos.

No sábado (20), às 11 horas (horário de Brasília), o Vasco recebe o Fluminense, em São Januário.

Já o Grêmio visita o Internacional, no Beira Rio, às 17 horas (horário de Brasília).

Reportagem: Globoesporte.globo.com

Adaptação: Eduardo Oliveira

Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro

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