Candidatura conjunta de Austrália e Nova Zelândia à Copa do Mundo de 2023 é a mais bem avaliada.
Japão fica um pouco atrás, e Colômbia atende os requisitos mínimos para entrar na votação do conselho da FIFA que escolherá no dia 25 de junho a sede do torneio feminino.
A FIFA divulgou nesta quarta-feira (10) o relatório da avaliação das candidaturas para sede da Copa do Mundo feminina de 2023.
A mais bem avaliada foi a conjunta de Austrália e Nova Zelândia.
Recebeu a pontuação de 4.1 na escala de 0 a 5.
O Japão ficou um pouco atrás, com 3.9.
A Colômbia chegou a 2.8.
Em votação no dia 25 de junho, o conselho da entidade escolherá o país que receberá o torneio.
O Brasil chegou a participar da avaliação, mas retirou a candidatura na segunda-feira passada.
O principal motivo alegado foi a falta de garantias governamentais para a organização da competição.
A candidatura conjunta dos países da Oceania oferece 13 estádios em 12 cidades, com a abertura no Eden Park, na Nova Zelândia, e a final no Stadium Australia, em Sydney.
O Japão fixa em oito ambas as opções, inciando o torneio no Estádio Nacional de Tóquio e finalizando no Estádio de Saitama.
A Colômbia propõe 10, começando e encerrando no Estádio El Campin, em Bogotá.
O gasto previsto por Austrália e Nova Zelândia chega a US$ 107,7 milhões (cerca de R$ 523 milhões), com as contribuições do governo confirmadas em até US$ 75 milhões.
As outras duas candidaturas orçaram menos da metade disso, sem quantidade de verba do poder público especificada: o Japão US$ 50,2 milhões, e a Colômbia US$ 45,1 milhões.
Reportagem: Globoesporte.globo.com
Adaptação: Eduardo Oliveira
Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro





