Noruega bate Alemanha e é campeã mundial em despedida de goleira heroína.
A Noruega é novamente campeã do mundo.
Neste domingo (14), em Roterdã, a seleção norueguesa venceu a Alemanha por 23 a 20 na grande final do Mundial de Handebol Feminino.
A noite foi marcada pela despedida histórica da goleira Katrine Lunde.
Aos 45 anos, Katrine Lunde foi decisiva na final, com impressionantes 41,2% de aproveitamento em defesas, o que lhe rendeu o prêmio de melhor goleira do torneio.
A partida em Roterdã foi a tricentésima octogésima oitava de sua carreira internacional e marcou a conquista de sua décima terceira medalha de ouro em campeonatos.
No histórico da modalidade, Lunde deixa marcas inigualáveis.
No ano passado, tornou-se a primeira atleta norueguesa a conquistar 3 ouros olímpicos, além de ser a única do país a subir ao pódio em 5 edições diferentes dos Jogos Olímpicos.
Foram 23 anos de seleção, 25 campeonatos disputados e uma coleção de recordes que consolidam seu nome entre as maiores da história do esporte.
Reistad decide e é a melhor do Mundial: Se Lunde brilhou no gol, o ataque teve como protagonista Henny Reistad.
A capitã norueguesa passou em branco no primeiro tempo, que terminou empatado em 11 a 11, mas foi decisiva após o intervalo, marcando 5 gols na etapa final.
Final equilibrada até os minutos decisivos: A decisão foi equilibrida.
A Alemanha chegou a reagir em momentos importantes e, a 13 minutos do fim, o placar apontava empate em 17 a 17.
No fim, a experiência e a força coletiva da Noruega prevaleceram, garantindo mais um título mundial para a potência do handebol feminino.
França reage, vence a Holanda na prorrogação e conquista o bronze no Mundial de Handebol Feminino
Depois de amargas quartas colocações nos Euros de 2022 e 2024, a França voltou ao pódio mundial.
Neste domingo (14), as Bleues superaram a Holanda por 33 a 31 na prorrogação, diante do público de Roterdã, e conquistaram a medalha de bronze do Mundial de Handebol Feminino.
Este é o décimo sexto pódio da história da seleção francesa, o oitavo em Campeonatos Mundiais, resultado ainda mais valorizado pelas ausências de cinco jogadoras importantes do elenco.
2 dias após a eliminação na semifinal contra a Alemanha, a França mostrou poder de reação em um jogo marcado por constantes reviravoltas.
Após um início difícil, as francesas cresceram com uma defesa agressiva e grandes defesas, chegaram à vantagem no intervalo.
Reportagem: Olimpiadatododia.com.br
Adaptação: Eduardo Oliveira
Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro





