
O São Paulo oficializou nessa quinta-feira o nome de seu novo treinador. Ney Franco, ex-treinador das seleções de base do Brasil será apresentado no próximo sábado após assinar um contrato até dezembro de 2013. Em entrevista ao site oficial do clube, Ney Franco disse que o São Paulo é o clube ideal para colocar sua filosofia de trabalho em prática.
O presidente da CBF, José Maria Marin liberou o treinador para acertar com o clube do Morumbi após uma conversa entre as partes.
Opinião: Desde o anúncio de Muricy Ramalho em 2006, esse é o primeiro técnico que me empolga no comando do São Paulo. Ricardo Gomes, Sérgio Baresi, Paulo Cesar Carpegiani, Adilson Batista e Emerson Leão causaram calafrios em muitos torcedores quando foram anunciados.
Ney conhece bem alguns dos principais atletas do Tricolor. Trabalhou com Lucas, Casemiro, Bruno Uvini, Rodrigo Caio e Wellington na seleção. Além disso, conhece o futebol e foi bem por onde passou.
A chegada de Franco, porém, representa algo mais profundo. Alguém acha que o ex-Presidente Ricardo Teixeira permitiria que o treinador acertasse com o clube do Morumbi? Eu duvido muito.

O zagueiro Rafael Tolói também foi anunciado no fim dessa tarde pelo clube do Morumbi. Ele assinou contrato de cinco anos com o clube, e mesmo com apenas 21 anos chega para ser titular.
O zagueiro poderia ter chegado há três meses, mas o então técnico Emerson Leão o vetou.
Opinião: Pra mim, trata-se de um jogador razoável. Acontece que a zaga do São Paulo está num nível muito abaixo de razoável. Por isso, Tolói chega com banca de titular. Figuras como Paulo Miranda, Edson Silva e João Filipe devem ser cada vez mais raras nas escalações do Tricolor. Na minha opinião, um jogador bom não fica duas, três temporadas em um clube de menor expressão no cenário nacional. Mas devido ao momento da defesa são paulina, vale a aposta.
Mais uma: O São Paulo prorrogou hoje o empréstimo do volante Denilson por mais uma temporada. Boa notícia para a torcida que via um time mais do que carente nessa posição e vivia a expectativa de perder o jogador do Arsenal bem no momento em que ele voltou a jogar bem.




