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FLUMINENSE-RJ. NEGOCIAÇÃO EM CONJUNTO.
Análise

Negociação coletiva

Fluminense defende “negociação coletiva” de direitos de transmissão: “Debate ainda não se deu de forma adequada”.

Clube emite nota sobre Medida Provisória 984, publicada no dia 18 de junho de 2020, que concedeu o direito de transmissão aos clubes mandantes.

O Fluminense, na tarde desta quinta-feira (16), emitiu uma nota oficial sobre seu parecer a respeito da Medida Provisória 984, publicada no dia 18 de junho de 2020, que passou a dar o direito de transmissão aos clubes mandantes.

Através do comunicado, o clube defendeu a necessidade de uma “negociação coletiva de direitos e, indissociavelmente, no debate coletivo, o que ainda não ocorreu de forma estruturada”.

O Fluminense disse ainda que os clubes brasileiros se encontram em momentos diferentes e que há especificidades regionais de mercado, que precisam ser discutidas coletivamente, a fim de evitar ações precipitadas.

Na tarde desta quinta-feira, 16 dos 20 clubes da Série A se manifestaram a favor da Medida Provisória 984.

Os únicos que não participaram foram Fluminense, Botafogo, Grêmio e São Paulo.

Leia a nota do Fluminense sobre a MP 984 na íntegra:

“O Fluminense Football Club entende que os dispositivos da MP 984 carecem de melhor entendimento por parte dos clubes.

Acreditamos que o debate é necessário e este ainda não se deu de forma adequada. Portanto, não foi ainda conclusivo para uma tomada de posição.

O Fluminense acredita na negociação coletiva de direitos e, indissociavelmente, no debate coletivo, o que ainda não ocorreu de forma estruturada.

A MP tem repercussão sobre vários aspectos da vida dos clubes.

Cada um deles se encontra em um momento, com diferenças importantes a depender, por exemplo, das especificidades de seus mercados regionais.

Nem mesmo as empresas de mídia têm ainda clareza sobre o ambiente de negócios que se projeta, o papel de cada player e os riscos envolvidos.

Menos informados ainda estão as administrações dos clubes, com algumas poucas exceções.

Por fim, entendemos que os que querem mudar o futebol brasileiro não devem agir com precipitação e opiniões pouco fundamentadas, como sempre o fizeram aqueles que, investidos de boas intenções ou não, acabaram por conduzi-lo pelo caminho da incerteza e da perda de relevância”.

Reportagem: Globoesporte.globo.com

Adaptação: Eduardo Oliveira

Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro

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