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BAHIA-BA. FUTEBOL BRASILEIRO. PROFUT.
Análise

Nada de perdão?!?!

“Ninguém do futebol quer perdão de dívida”, diz presidente do Bahia.

Guilherme Bellintani diz que discussão é sobre carência e novo parcelamento do Profut, mas não se deve conversar sobre perdão.

O presidente do Bahia, Guilherme Bellintani, incomodou-se com as informações de que os clubes desejam o perdão das novas dívidas contraídas depois do Profut.

Segundo ele, o que se conversa neste momento é sobre o congelamento do Profut e não o esquecimento do que há para pagar.

“Estamos falando de carência nos prazos de pagamento, não de perdão. Ninguém no futebol quer perdão das dívidas”, diz o dirigente.

Sua declaração refere-se à negociação entre a CBF (Confederação Brasileira de Futebol), por meio do secretário-geral Walter Feldman, junto ao deputado federal Arthur Maia (DEM-BA) e ao Ministério da Cidadania.

Embora não seja o presidente da Comissão Nacional de Clubes, Guilherme Bellintani assumiu papel de liderança nas negociações com o governo, CBF e com o Congresso.

A outra negociação com a Caixa Econômica Federal não parece capaz de prosperar.

Haverá outra vídeo conferência na segunda-feira (27), mas lógica da Frente Parlamentar Mista do Esporte.

Mas a tentativa de encontrar adiantamentos das verbas de loterias não faz sentido.

Até porque Loteca e Timemania não representam dinheiro suficiente para o início do reconstrução.

Que não pode pode acontecer com perdão de dívidas, porque o futebol já teve refinanciamentos demais.

Discutir o congelamento das parcelas por doze meses e eventualmente um novo Profut, com refinanciamento de dívidas velhas e novas, pode mesmo ocorrer.

Reportagem: Blog do PVC

Adaptação: Eduardo Oliveira

Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro

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