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Análise

Ministro alemão apoia voltar o futebol

Ministro do Esporte alemão diz que apoia volta da Bundesliga em maio, mas “sem privilégios”.

Representante do governo aponta que liga não pode estar em regime de exceção às medidas de isolamento.

Na sexta-feira (1º), três funcionários do Colônia testaram positivo.

O Campeonato Alemão deve ser a primeira das grandes ligas europeias a ser retomada, e isso pode ocorrer ainda neste mês.

O ministro do Esporte da Alemanha, Horst Seehofer, afirmou ao jornal “Bild” que é favorável ao retorno da competição nas próximas semanas, uma vez que o país vem começando a afrouxar as medidas de isolamento pela pandemia do novo coronavírus.

“Considero plausível o calendário da liga e apoio o recomeço em maio. Mas também está claro para mim que não pode haver privilégios para a Bundesliga”, disse o representante do governo, que também é ministro do Interior.

De acordo com a agência “DPA”, a autorização oficial para a retomada do campeonato deve vir do governo na quarta-feira (6).

Então, seria divulgado um novo calendário para a realização das nove rodadas restantes para o fim da Bundesliga.

A entrevista foi publicada pelo jornal apenas neste domingo, mas foi concedida na última sexta-feira, antes de o Colônia anunciar que três funcionários testaram positivo para a Covid-19.

A imprensa alemã afirma que são dois jogadores e um fisioterapeuta.

Foram os primeiros casos nos clubes desde que os treinamentos foram retomados, no início de abril.

Ao jornal, o ministro indicou que, caso surgissem casos, todo o clube deveria ser colocado no isolamento total por duas semanas.

Entretanto, o Colônia apenas colocou em quarentena os funcionários infectados, além de pessoas que tiveram contato que se enquadram na “categoria 1”, justificando estar seguindo o protocolo traçado pela liga.

A ideia é que os testes duas vezes por semana serão capazes de isolar novos infectados antes que tenham contato com outras pessoas.

O chefe da força-tarefa médica liga alemã e da federação do país, Tim Meyer, afirmou no último sábado que o sistema pode ter falhas.

Mas que o risco é “clinicamente justificável” e que precisará de cinco semanas para ver a efetividade dos protocolos.

Reportagem: Globoesporte.globo.com

Adaptação: Eduardo Oliveira

Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro

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