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COPA AMÉRICA DE 2019. PRIEMIRA FASE. GRUPO A. BRASIL. BOLÍVIA. PERU. VENEZUELA.
Análise

Melhor para o Brasil

Peru perde chances, tem dois gols anulados com ajuda do VAR e empata com a Venezuela em estreia.

Em casa em Porto Alegre, Paolo Guerrero passa em branco na Arena do Grêmio em jogo pelo grupo do Brasil.

Venezuela e Peru estrearam na Copa América com um empate em 0 a 0 neste sábado (15), na Arena do Grêmio, em Porto Alegre.

O confronto opôs os dois maiores artilheiros da história das duas seleções, Rondón e Paolo Guerrero, mas quem brilhou foi o goleiro Fariñez.

Especulado como possível alvo do Barcelona na Espanha, o jogador do Millonarios, da Colômbia, fez boas defesas e parou o experiente ataque peruano, que não estava com a pontaria em dia.

Gonzáles e Farfán até balançaram as redes para o time de Ricardo Gareca, mas os gols foram anulados por impedimento, com a ajuda do VAR.

Melhor para o Brasil, que larga na liderança do grupo.

Com o empate entre Venezuela e Peru, o Brasil se mantém na liderança do Grupo A, com 3 pontos, após vencer a Bolívia por 3 a 0 na última sexta-feira (14), na estreia.

Venezuela e Peru somam um ponto cada e dividem a segunda posição.

Já os bolivianos largam na lanterna, sem nenhum ponto ganho.

Venezuela e Peru fizeram um primeiro tempo com o freio de mão puxado, com pouca intensidade e verticalidade.

A seleção de Dudamel começou com mais posse de bola, mas os peruanos levaram mais perigo.

Logo aos 6 minutos do primeiro tempo, Gonzáles pegou o rebote de Fariñez em cobrança de falta e marcou um belo gol.

Os venezulanos reclamaram de falta no goleiro.

Após analisar o VAR, o árbitro Vilmar Roldán anulou gol, mas por impedimento.

Cueva teve boa chance logo depois em contra-ataque armado por Farfán, mas chutou para fora.

A Venezuela teve uma única oportunidade clara de gol aos 21 minutos do primeiro tempo, com Rondón, que só não marcou graças a grande defesa de Gallese.

Já perto do fim, Guerrero assustou em cobrança de falta.

O Peru teve mais posse de bola, mas não conseguiu tirar o zero do placar.

No primeiro minuto, Rondón cobrou falta rasteira e levou perigo a Gallese.

Aos 17 minutos do segundo tempo, Farfán cabeceou para o fundo da rede, mas o assistente marcou impedimento na origem do lance e o VAR confirmou a marcação.

Aos 28 minutos do segundo tempo, Mago cometeu falta digna de cartão amarelo, seu segundo, e foi expulso.

Dois minutos depois, aos 30 minutos do segundo tempo, no lance mais contundente da partida, Gonzáles desviou a bola, mas Faríñez salvou em cima da linha.

Na sequência, a arbitragem marcou impedimento de Guerrero e parou a jogada.

Com a entrada de Soteldo, do Santos, os venezuelanos seguraram a bola no ataque e garantiram o 0 a 0 com um a menos em campo.

Após ser usado pela primeira vez em uma partida de Copa América no jogo de abertura entre Brasil e Bolívia, o VAR voltou a ser protagonista em Porto Alegre.

O recurso de vídeo ajudou a anular um gol do Peru no primeiro tempo, de Gonzáles.

Os venezuelanos reclamaram de falta no goleiro Fariñez no lance, mas a irregularidade vista foi impedimento do ataque peruano na origem da jogada.

No segundo tempo, Farfán marcou mais um de cabeça para o Peru, só que Vilmar Roldán marcou outro impedimento.

O lance foi revisto pela equipe do VAR, que confirmou a decisão de campo.

Após a expulsão de Mago, o Peru promoveu uma blitz na defesa venezuelana e quase marcou o gol da vitória aos 30 minutos do segundo tempo.

Farfán encontrou Gonzáles na pequena área, mas Fariñez fez uma grande defesa, em cima da linha.

Nas sequência, o goleiro da Venezuela ainda defendeu um chute de Guerrero e viu a bola explodir na trave no rebote de Gonzáles, em dois lances dignos de Inacreditável FC.

Mas a jogada não valia mais nada, anulada por posição de impedimento dos peruanos.

Apesar do público aquém do esperado para um jogo de Copa América, a torcida peruana marcou presença em Porto Alegre.

Em número muito maior que os venezuelanos, até pela crise política e econômica que assola o país.

Com máscaras, fantasias ou apenas a tradicional camisa branca e vermelha, deram novas cores à Arena do Grêmio.

Após o empate em Porto Alegre, a Venezuela vai a Salvador enfrentar a seleção brasileira na Fonte Nova, na terça-feira (18), pela segunda rodada do Grupo A.

No mesmo dia, o Peru encara a Bolívia, no Maracanã, no Rio de Janeiro.

Os jogos ocorrem às 21h30 (horário de Brasília) e 18h30 (horário de Brasília), respectivamente.

Reportagem: Globoesporte.globo.com

Adaptação: Eduardo Oliveira

Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro

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