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Análise

MANÉ SEM FUTEBOL

O Estádio foi reformado para a Copa do Mundo de 2014, com o maior custo de todas as arenas preparadas para o Mundial.

O valor estimado foi de R$ 1,7 bilhão e, recentemente o Tribunal de Contas do Distrito Federal denunciou que o gramado estava superfaturado em R$ 954,3 mil.

Depois do incidente do último domingo (5) no Estádio Nacional Mané Garrincha, nesta quarta-feira (8), o STDJ (Supremo Tribunal de Justiça Desportiva) determinou a interdição do local.

Durante o intervalo da partida, a briga generalizada deixou um torcedor em estado grave e 30 outros detidos pela polícia.

Flamengo e Palmeiras serão enquadrados nos artigos 211 – deixar de manter o local que tenha indicado para realização do evento com infraestrutura necessária a assegurar plena garantia e segurança para sua realização – e 213 – deixar de tomar providências capazes de prevenir e reprimir desordens em sua praça de desporto – do Código Brasileiro de Justiça Desportiva (CBJD), inclusive com requerimento de interdição do estádio.

Cariocas e paulistas receberão uma multa entre R$ 100 a R$ 100 mil, além da interdição do Estádio Nacional Mané Garrincha.

O histórico de brigas no estádio é grande, tendo conflitos registrados nos jogos entre Flamengo e São Paulo, em 2013, Vasco e Corinthians, no mesmo ano, Botafogo e Atlético Mineiro, em 2014, entre outros.

Reportagem: Eduardo Oliveira

Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro

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