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Não basta ser rebaixado.
Não basta não ter ídolos.
Não basta perder pro Tigre.
Tem que “Palmeirar” e levar uma goleada vexatória de um time que luta para não cair no Paulistinha. Detalhe: tudo no primeiro tempo.
É bem verdade, porém, que é tradição do Palmeiras tomar sonoras goleadas pelo menos uma vez por ano. Quem não se lembra do 6 a 0 pro Coxa, ou dos 7 sofridos diante do Vitória.
A questão é que o palmeirense está se acostumando a vexames desse tipo. Não importa a fase, não importa o adversário, não importa nada. O Palmeiras não pode passar por essas verdadeiras palhaçadas. Falando nisso, hoje é dia do Circo. Parabéns aos meus colegas Danilo e Felipe.
Enfim. Muito se discutiu aqui sobre o Palmeiras. O blog não tem nem um ano, e a única coisa boa que escrevemos foi sobre a Copa do Brasil, que convenhamos, já foi conquistada por Juventude, Paulista, Criciúma e Santo André. De resto, só descascamos o alviverde “IMPOTENTE”, já que de imponente ele não tem mais nada.
Como disse o Estiva, se alguém perguntasse pra algum dirigente do São Paulo sobre crise, a melhor resposta seria: “vão lá do outro lado do muro ver o que vocês encontram”.
O Gilson Kleina deve rodar. Se não hoje, daqui algumas semanas. Não deve ter força alguma após essa derrota. Ano passado me perguntaram se eu fosse o Kleina aceitaria ou não treinar o Palmeiras. Eu disse que não, por um único motivo: com o trabalho que Kleina desenvolveu na Ponte Preta se consolidou como um treinador emergente no futebol brasileiro. Ir para o Palmeiras e não salvar o time poderia acabar com esse status que ele adquiriu. Poderia e acabou. Mais que isso, agora fica com o rótulo de fracassado. Hoje, poderia estar no comando de um time que é a sensação do estadual e continuaria com ótimas perspectivas futuras.
Olhem a situação nesse print do Twitter oficial do Palmeiras:
É pessoal, será que sobe? Eu não garanto mais nada nesse time.