Eu me considero imparcial, sou corintiano e acho bobagem jornalista que não revela o time que torce. Gosto do futebol bem jogado, mas prefiro a vitória. Não sou espanhol e nem torço para o Barcelona, então não adianta eu cobrar 70% de posse de bola, 90% de passes certos e goleadas. Torço pelo que meu time pode oferecer.
Ontem, na Vila Belmiro, eu vi um Corinthians perfeito taticamente. Ocupando espaços, tocando bem a bola, movimentado meio-campistas e ataque. Sheik e Cássio, no segundo tempo, excelentes. Partida irrepreensível. O árbitro, o carioca Marcelo de Lima Henrique, muito bem. O Santos nervoso e devendo futebol. O gol do Sheik foi uma pintura.
Já o episódio do ‘apagão’ foi patético. Beirando a várzea e o futebol semi-amador das décadas de 1950 e 1960, o Santos mostrou exatamente que deve ser feito em um jogo de futebol, só que ao contrário.
E o capacete do policial arremessado no campo. Eu duvido que você já viu isso no futebol. Aquilo foi tão absurdo que foi engraçado. Véi, na boa… JOGARAM UM CAPACETE DA PM!
Também acompanhei o jogo do Boca Juniors, contra a Universidad de Chile, pela outra semifinal da Copa Libertadores nesta quinta. O Boca fez 1 a 0 com Santigo Silva, El Tanque. Aquele mesmo que não sabia correr quando foi jogar no Corinthians na década passada.
O segundo tento foi do Sanchez Miño. Ele pegou um rebote do Johnny mão de de alface Herrera e fez o segundo. Isso mesmo! Johnny Herra, aquele goleiro que tem os braços mais curtos que os do Rex do Toy Story. Na etapa complementar, La U não viu a bola. Derrota por 2 a 0 e saiu no lucro. Acho que está resolvida a parada nesta semifinal. Já a outra está totalmente aberta.





