Inglaterra vence Colômbia de virada e avança à semifinal da Copa do Mundo de Futebol Feminino pela terceira vez.
Leicy Santos abre pela Colômbia, mas Hemp e Alessia Russo garantem a virada.
Leoas enfrentarão Austrália na semifinal, às 7 horas (horário de Brasília) da quarta-feira (16).
O sorriso de Sarina Wiegman deu o tom.
A técnica mais uma vez conduz uma seleção às fases decisivas.
Única favorita ainda viva na Copa do Mundo de Futebol Feminino, a Inglaterra superou o brilho da fenômeno Linda Caicedo, venceu a Colômbia de virada, por 2 a 1, e está na semifinal do Mundial.
É a terceira seguida das Leoas!
Em Sidney, Hemp e Alessia Russo selaram o placar, e as inglesas agora decidem contra a anfitriã Austrália, às 7 horas (horário de Brasília) da quarta-feira (16).
Mary Earps nem sequer esperava o que estava por vir.
Na beira do campo, Leicy Santos dançou para cima da marcação inglesa e mandou um chutaço para encobrir a goleira da Inglaterra.
Abriu o placar para alimentar o sonho das colombianas e foi atropelada pelo abraço da companheiras, aos 44 minutos do primeiro tempo.
O sonho colombiano, contudo, durou pouco.
Apenas sete minutos, aos 51 minutos do primeiro tempo.
Hemp estava no lugar certo, na hora certa e vidrada no que via ao redor.
Então bastou uma falha.
A goleira Catalina Pérez fez uma defesa, quase caída no gramado, e deixou a bola escapar das mãos.
Hemp só esticou o pé esquerdo e empurrou para o fundo das redes, selando o empate: 1 a 1.
Não demorou até a defesa falhar outra vez.
Aos 17 minutos do segundo tempo, o lançamento de Stanway passou entre as linhas de marcação e chegou aos pés de Alessia Russo, que só fez girar dentro da área e mandou para o fundo das redes pela lateral da goleira.
Ali, a atacante do Arsenal, aos 24 anos, firmou a virada: 2 a 1.
As colombianas se despedem, mas com olhos para o futuro e nomes marcados na história.
É a terceira e melhor participação do país em Copas, chegando pela primeira vez às quartas de final.
Uma história que passa pelos pés de Linda Caicedo, fenômeno de 18 anos, que deixou rolar as lágrimas na despedida: “Sei que tenho muitos Mundiais para jogar, mas senti tristeza pelas minhas companheiras.”
Reportagem: Globoesporte.globo.com
Adaptação: Eduardo Oliveira
Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro





