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EUROCOPA DE 2020. 2021. FINAL. JOGO ÚNICO. PARTIDA ÚNICA. ITÁLIA. CAMPEÃO. BICAMPEÃ. 1968. 2020/2021. INGLATERRA. VICE-CAMPEÃ.
Análise

Itália é bi!!!

Está indo para Roma: Itália vence Inglaterra nos pênaltis e conquista a Eurocopa.

Shaw faz gol mais rápido de todas finais, mas Bonucci garante empate no tempo regulamentar.

Donnarumma é decisivo mais uma vez com duas defesas, e Azzurra é campeã pela segunda vez da Eurocopa.

Os ingleses cantam há mais de 20 anos “the football’s coming home” (o futebol está indo para casa), mas vão ter que adiar o sonho novamente.

Está indo para Roma.

A Itália venceu a Inglaterra nos pênaltis após empate por 1 a 1 no tempo normal e na prorrogação e conquistou a Eurocopa 2020, em Wembley.

Shaw fez gol relâmpago para os donos da casa no início do jogo, e Bonucci empatou na segunda etapa.

Nas penalidades, Donnarumma brilhou mais uma vez, e a Azzurra ergueu a taça novamente depois de quase 50 anos.

A Itália conquistou a Eurocopa pela segunda vez na história.

O primeiro título foi em 1968.

A Azzurra também teve dois vices, em 2000 e 2012.

A Inglaterra disputou sua primeira decisão do torneio.

Os italianos agora estão empatados com a França na segunda posição na lista dos maiores vencedores do torneio.

Alemanha e Espanha, ambos com três taças, estão no topo.

Itália sobe degrau entre campeões da Euro e fica a um de recordistas: veja todos

Seleção volta a vencer o torneio após mais de 50 anos do título de 1968 e se aproxima de Alemanha e Espanha, as maiores ganhadoras com três troféus cada uma.

Ao superar a Inglaterra neste domingo (11) em Wembley, a seleção da Itália conquistou o seu segundo título da Eurocopa.

O primeiro foi em 1968, com a geração de Dino Zoff, Giacinto Facchetti, Gigi Riva e companhia.

Ou seja, mais de 50 anos de espera entre uma comemoração e outra, com dois vice-campeonatos em 2000 e 2012 no meio do caminho.

Para chegar ao topo do continente nesta edição de 2020, a Itália venceu Turquia, Suíça e País de Gales na fase de grupos, depois passou pela Áustria nas oitavas de final (na prorrogação), derrotou a Bélgica nas quartas, superou a Espanha na semifinal, e por último prevaleceu sobre a Inglaterra na decisão por pênaltis.

Com isso, a Azzurra fica a um troféu de distância das maiores ganhadoras da Euro, a Alemanha e a Espanha, ambas vencedoras em três ocasiões.

A França também tem dois títulos em sua história.

Dinamarca, Grécia, Holanda, Portugal, República Tcheca e Rússia foram as outras nações que conquistaram a Eurocopa, todas uma única vez.

Essa foi a décima sexta edição do principal torneio de seleções da Europa.

A próxima está marcada para 2024 e terá a Alemanha como país-sede.

Confira a lista das campeãs da Euro:

Lista dos campeões e seus outros melhores resultados

Seleção Títulos Vice-campeonatos Terceiro lugar

Alemanha* 1972, 1980 e 1996 1976, 1992 e 2008 1988 e 2012

Espanha 1964, 2008 e 2012 1984 2020

França 1984 e 2000 2016

Itália 1968 e 2020 2000 e 2012

Dinamarca 1992 1984

Grécia 2004

Holanda 1988 1976, 1992 e 2000

Portugal 2016 2004

República Tcheca* 1976 1996 1960, 1980 e 2004

Rússia* 1960 1964, 1972 e 1988 2008

Fonte: UEFA (União das Associações Europeias de Futebol)

  • Os títulos da Alemanha Ocidental de 1972 e 1980 são também considerados, após a reunificação do país.

A República Tcheca herdou os resultados da antiga seleção da Tchecoslováquia, e a Rússia as campanhas da extinta União Soviética (URSS).

As esperanças da Inglaterra foram renovadas e ampliadas com apenas um minuto e 57 segundos de jogo.

Em jogada iniciada por Kane, Trippier cruzou da direita, e Shaw apareceu na ponta esquerda de dentro da área para finalizar de primeira e marcar o gol mais rápido da história das finais de Euro.

Mas foi só.

Essa foi a única finalização inglesa até os 10 minutos do segundo tempo.

A Itália teve mais posse de bola, mas também foi pouco agressiva na primeira etapa.

Na volta do intervalo, a final ganhou um pouco de emoção.

Insigne e Chiesa obrigaram Pickford a fazer boas defesas aos 10 minutos do segundo tempo e 16 minutos do segundo tempo.

Donnarumma, por sua vez, só trabalhou em cabeçada de Stones.

Aos 21 minutos do segundo tempo, veio o empate. Após cobrança de escanteio de Emerson da direita, Verratti acertou a trave em cabeceio, e Bonucci empurrou para as redes: 1 a 1.

O domínio italiano seguiu nos minutos finais do tempo regulamentar com a postura retraída da Inglaterra.

Em todo o jogo, foram 20 finalizações italianas contra seis ingleses, e 61% de posse de bola para a Azzurra.

Mas a prorrogação foi de pouca intensidade.

Nenhuma seleção conseguiu ameaçar o rival, e a decisão foi para os pênaltis.

Nas cobranças de pênaltis, os dois goleiros brilharam.

Donnarumma e Pickford fizeram duas defesas cada.

Mas o italiano sorriu no final.

Berardi, Bonucci e Bernardeschi converteram para a Azzurra.

Kane e Maguire fizeram para a Inglaterra.

Belotti e Jorginho pararam no goleiro inglês.

Rashford mandou na trave, Sancho e, na última cobrança, Saka, viram o goleiro italiano brilhar.

Donnarumma foi o herói da Itália novamente e foi eleito o melhor jogador da Eurocopa!

Goleiro Donnarumma é eleito o melhor jogador da Eurocopa.

Camisa 21 da Itália é escolhido pela UEFA como o destaque da competição.

O goleiro Gianluigi Donnarumma, da Itália, foi eleito pela UEFA como o melhor jogador da Eurocopa-2020.

Ele recebeu o prêmio após a vitória nos pênaltis da seleção italiana sobre a Inglaterra, em que defendeu três cobranças (Rashford, Sancho e Saka).

Donnarumma foi o jogador que mais tempo esteve em campo entre todos da Euro-2020: 719 minutos ao todo.

Ele disputou as sete partidas da Itália na competição.

Segundo as estatísticas da UEFA, ele realizou nove defesas e sofreu quatro gols ao longo do torneio.

A seleção da Itália conquistou o seu segundo título da Eurocopa.

O primeiro foi em 1968, com a geração de Dino Zoff, Giacinto Facchetti, Gigi Riva e companhia.

Mais de 50 anos de espera entre uma comemoração e outra, com dois vice-campeonatos em 2000 e 2012 no meio do caminho.

Para chegar ao topo do continente nesta edição de 2020, a Itália venceu Turquia, Suíça e País de Gales na fase de grupos, depois passou pela Áustria nas oitavas de final (na prorrogação), derrotou a Bélgica nas quartas, superou a Espanha na semifinal, e por último prevaleceu sobre a Inglaterra na decisão por pênaltis na final.

Gareth Southgate deixou para fazer duas substituições no último minuto da prorrogação.

Os jovens Rashford e Sancho entraram na partida justamente para as cobranças de pênaltis.

Mas não foram bem.

O atacante do Manchester United, que é o batedor oficial da equipe inglesa, mandou na trave direita de Donnarumma.

O novo jogador dos Diabos Vermelhos viu o goleiro italiano defender.

Além deles, Saka errou no lado inglês.

Desde 1996, os ingleses embalam os jogos de sua seleção nas competições oficiais com uma canção chamada “Football’s coming home” (o futebol está vindo para casa), da banda The Lightning Seeds.

Desta vez, eles estiveram perto de cumprir o sonho.

Mas não foi possível.

E o zagueiro Bonucci não perdeu a chance de fazer uma provocação.

Após o apito final, ele foi para a câmera e gritou: “It’s coming Rome” (está indo para Roma, a capital italiana).

O lateral-esquerdo Emerson Palmieri, o zagueiro Rafael Tolói e o volante Jorginho entraram na lista de brasileiros naturalizados que já foram campeões da Eurocopa.

Palmieri e Jorginho, inclusive, estão em uma seleta lista de atletas campeões da Champions e da Euro na mesma temporada.

Emerson, Rafael Tolói e Jorginho aumentam lista de brasileiros campeões da Euro: veja os nomes.

Lateral-esquerdo, zagueiro e volante se juntam a Pepe e Marcos Senna no grupo de atletas nascidos no Brasil e naturalizados pelas seleções europeias que já venceram a competição.

A festa da Itália pelo título da Eurocopa-2020, após a vitória nos pênaltis sobre a Inglaterra, também teve tons do nosso verde e amarelo.

Três jogadores nascidos no Brasil e naturalizados italianos fazem parte do elenco campeão: Emerson Palmieri, Rafael Tolói e Jorginho.

Com isso, sobe para cinco o número de brasileiros que já venceram a competição de seleções europeias.

Emerson Palmieri começou a defender a seleção italiana em 2017.

Ele chegou a disputar o Mundial Sub-17 pelo Brasil, mas nunca atuou pela equipe principal.

O lateral-esquerdo nasceu em Santos e jogou na Itália entre 2014 e 2017, por Palermo e Roma.

Rafael Tolói é de Glória d’Oeste-MT.

Ele joga pela Atalanta desde a temporada 2015/2016.

O zagueiro também tem passagens por seleções de base do Brasil, foi campeão sul-americano sub-20 e vice no Mundial da categoria.

Foi convocado pela primeira vez pela Itália em março.

Ao contrário dos dois colegas, Jorginho nunca jogou profissionalmente no Brasil.

Sua carreira foi quase toda construída na Itália, onde chegou com 15 anos de idade.

Ele nasceu em Imbituba-SC e passou por três clubes italianos: Hellas Verona, Sambonifacese e Napoli.

Estreou pela Azzurra em março de 2016, num amistoso contra a Espanha.

Os outros dois brasileiros naturalizados por seleções europeias que haviam vencido a competição no passado são: o ex-volante Marcos Senna, natural de São Paulo, e campeão pela Espanha em 2008, e o zagueiro Pepe, nascido em Maceió, que triunfou com Portugal em 2016.

Dois brasileiros conseguiram chegar na final de uma Eurocopa, mas perderam na decisão: o ex-meia Deco, com Portugal em 2004, e o volante Thiago Motta, com a seleção da Itália em 2012.

A seleção da Itália conquistou o seu segundo título da Eurocopa.

O primeiro foi em 1968, com a geração de Dino Zoff, Giacinto Facchetti, Gigi Riva e companhia.

Mais de 50 anos de espera entre uma comemoração e outra, com dois vice-campeonatos em 2000 e 2012 no meio do caminho.

Para chegar ao topo do continente nesta edição de 2020, a Itália venceu Turquia, Suíça e País de Gales na fase de grupos, depois passou pela Áustria nas oitavas de final (na prorrogação), derrotou a Bélgica nas quartas, superou a Espanha nos pênaltis na semifinal, e por último prevaleceu sobre a Inglaterra na decisão.

Até este domingo, a Inglaterra tinha um único título e uma única final disputada: a Copa do Mundo de 1966.

Depois de 55 anos, a seleção inglesa conseguiu voltar a uma decisão, mas não conseguiu conquistar a taça.

Com o vice da Eurocopa, o time britânico segue como a seleção com maior seca de títulos entre todos os campeões mundiais.

Reportagem: Globoesporte.globo.com

Adaptação: Eduardo Oliveira

Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro

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