Esquema de Jogo

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CAMPEONATO BRASILEIRO DA SÉRIE C DE 2020. PRIMEIRA FASE. DÉCIMA OITAVA RODADA. GRUPO A. REMO-PA. PAYSANDU-PA.
Análise

Indigno da história

Clássico Re-Pa deste sábado (5), no Mangueirão, teve apenas dois chutes a gol, um pra cada lado.

Resultado igual favorecia os dois por chaves diferentes na próxima fase da Série C até o gol do Vila Nova, que mudou o G4 da fase de classificação.

Remo e Paysandu se enfrentaram na tarde-noite deste sábado, no Estádio Mangueirão, em Belém, pela última rodada da fase de classificação da Série C do Brasileiro. 

O resultado igual favorecia os dois times por grupos diferentes na próxima fase da competição. 

Coincidência ou não, o clássico foi de passes ineficientes, sem objetividade. 

A impressão era que Leão e Papão apenas fizeram o protocolo de entrar em campo, esperando o apito final do árbitro. 

Ninguém arriscava oportunidade de gol. 

Foi um lance pra cada lado no confronto inteiro. 

E olhe lá… 

Muito pouco para a história centenária do embate entre azulinos e bicolores. 

No final, o 0 a 0 não adiantou e ambos estão no mesmo grupo no quadrangular que vale o acesso.

Remo e Paysandu estarão no mesmo grupo e disputarão as duas vagas à Série B de 2021. 

O Leão terminou na segunda colocação do Grupo A com 31 pontos, enquanto que o Papão ficou em quarto com 29 pontos. 

O 0 a 0 no Mangueirão favoreceria os dois clubes do Pará por chaves diferentes na sequência se não fosse o gol da vitória do Vila Nova por 1 a 0 diante do Jacuipense, em Goiânia.

Os jogos do Grupo B, que acontecem na noite deste sábado (5), definirão os outros dois adversários dos paraenses. 

Até aqui, Londrina e Brusque são os classificados e formariam o quadrangular com azulinos e bicolores.

O Paysandu teve a posse de bola nos primeiros 5 minutos do primeiro tempo. 

O Remo procurava marcar e atrapalhar qualquer investida ofensiva do rival. 

A partir daí, um jogo muito igual no Mangueirão. 

Parecido em tudo: na preguiça, sonolência, falta de vontade em atacar o adversário e construir um resultado de gol. 

Eram muitos toques sem objetividade, pra lá e pra cá, ninguém queria arriscar alguma coisa. 

O jogador chegava na linha de fundo e, quando se esperava um lance ofensivo, em direção à defesa do rival, recuava a bola até o goleiro. 

Quem estava acompanhando o Re-Pa e foi pegar alguma coisa na geladeira durante o primeiro tempo, perdeu apenas um lance de perigo. 

Aos 30 minutos do primeiro tempo, Victor Feijão fez uma jogada individual, driblou Dudu Mandai duas vezes e chutou. 

Vinícius espalmou, a bola bateu na trave e correu em cima da linha. 

Só. 

Somente. 

No mais, aquela troca de passes ineficiente, sem objetividade.

O Paysandu veio do intervalo com três mudanças e adivinha? 

Nada mudou… 

Parecia que os times forçavam o erro pro tempo correr e o empate se consolidar em campo. 

Leão e Papão não se anulavam. 

Era uma nítida falta de iniciativa. 

Raro acontecer uma falta, logo, ausência de cartões. 

O árbitro paranaense Paulo Roberto Alves Junior não teve muitas dores de cabeça. 

Esse foi, talvez, o confronto mais fácil que ele arbitrou na carreira. 

A partida NÃO TEVE chance de perigo no segundo tempo. 

Vinícius e Paulo Ricardo foram mero espectadores no Mangueirão, até pra bater um tiro de meta, já que o jogo se concentrava no meio e nas laterais. 

O empate só favoreceu os dois até o gol que deu a vitória ao Vila Nova contra o Jacuipense, mexendo com o G4 do Grupo A e, olha só, colocou Leão e Papão, juntos, na briga por um lugar na Segundona do ano que vem.

Reportagem: Globoesporte.globo.com

Adaptação: Eduardo Oliveira

Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro

Em “jogo de compadres”, Remo e Paysandu empatam sem gols e ficam no mesmo grupo no quadrangular do acesso.

Clássico Re-Pa deste sábado, no Mangueirão, teve apenas dois chutes a gol, um pra cada lado. Resultado igual favorecia os dois por chaves diferentes na próxima fase da Série C até o gol do Vila Nova, que mudou o G4 da fase de classificação.

Remo e Paysandu se enfrentaram na tarde-noite deste sábado, no Estádio Mangueirão, em Belém, pela última rodada da fase de classificação da Série C do Brasileiro.

O resultado igual favorecia os dois times por grupos diferentes na próxima fase da competição.

Coincidência ou não, o clássico foi de passes ineficientes, sem objetividade.

A impressão era que Leão e Papão apenas fizeram o protocolo de entrar em campo, esperando o apito final do árbitro.

Ninguém arriscava oportunidade de gol.

Foi um lance pra cada lado no confronto inteiro.

E olhe lá…

Muito pouco para a história centenária do embate entre azulinos e bicolores.

No final, o 0 a 0 não adiantou e ambos estão no mesmo grupo no quadrangular que vale o acesso.

Remo e Paysandu estarão no mesmo grupo e disputarão as duas vagas à Série B de 2021.

O Leão terminou na segunda colocação do Grupo A com 31 pontos, enquanto que o Papão ficou em quarto com 29 pontos.

O 0 a 0 no Mangueirão favoreceria os dois clubes do Pará por chaves diferentes na sequência se não fosse o gol da vitória do Vila Nova por 1 a 0 diante do Jacuipense, em Goiânia.

Os jogos do Grupo B, que acontecem na noite deste sábado (5), definirão os outros dois adversários dos paraenses.

Até aqui, Londrina e Brusque são os classificados e formariam o quadrangular com azulinos e bicolores.

O Paysandu teve a posse de bola nos primeiros 5 minutos do primeiro tempo.

O Remo procurava marcar e atrapalhar qualquer investida ofensiva do rival.

A partir daí, um jogo muito igual no Mangueirão.

Parecido em tudo: na preguiça, sonolência, falta de vontade em atacar o adversário e construir um resultado de gol.

Eram muitos toques sem objetividade, pra lá e pra cá, ninguém queria arriscar alguma coisa.

O jogador chegava na linha de fundo e, quando se esperava um lance ofensivo, em direção à defesa do rival, recuava a bola até o goleiro.

Quem estava acompanhando o Re-Pa e foi pegar alguma coisa na geladeira durante o primeiro tempo, perdeu apenas um lance de perigo.

Aos 30 minutos do primeiro tempo, Victor Feijão fez uma jogada individual, driblou Dudu Mandai duas vezes e chutou.

Vinícius espalmou, a bola bateu na trave e correu em cima da linha.

Só.

Somente.

No mais, aquela troca de passes ineficiente, sem objetividade.

O Paysandu veio do intervalo com três mudanças e adivinha?

Nada mudou…

Parecia que os times forçavam o erro pro tempo correr e o empate se consolidar em campo.

Leão e Papão não se anulavam.

Era uma nítida falta de iniciativa.

Raro acontecer uma falta, logo, ausência de cartões.

O árbitro paranaense Paulo Roberto Alves Junior não teve muitas dores de cabeça.

Esse foi, talvez, o confronto mais fácil que ele arbitrou na carreira.

A partida NÃO TEVE chance de perigo no segundo tempo.

Vinícius e Paulo Ricardo foram mero espectadores no Mangueirão, até pra bater um tiro de meta, já que o jogo se concentrava no meio e nas laterais.

O empate só favoreceu os dois até o gol que deu a vitória ao Vila Nova contra o Jacuipense, mexendo com o G4 do Grupo A e, olha só, colocou Leão e Papão, juntos, na briga por um lugar na Segundona do ano que vem.

Reportagem: Globoesporte.globo.com

Adaptação: Eduardo Oliveira

Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro

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