Clássico Re-Pa deste sábado (5), no Mangueirão, teve apenas dois chutes a gol, um pra cada lado.
Resultado igual favorecia os dois por chaves diferentes na próxima fase da Série C até o gol do Vila Nova, que mudou o G4 da fase de classificação.
Remo e Paysandu se enfrentaram na tarde-noite deste sábado, no Estádio Mangueirão, em Belém, pela última rodada da fase de classificação da Série C do Brasileiro.
O resultado igual favorecia os dois times por grupos diferentes na próxima fase da competição.
Coincidência ou não, o clássico foi de passes ineficientes, sem objetividade.
A impressão era que Leão e Papão apenas fizeram o protocolo de entrar em campo, esperando o apito final do árbitro.
Ninguém arriscava oportunidade de gol.
Foi um lance pra cada lado no confronto inteiro.
E olhe lá…
Muito pouco para a história centenária do embate entre azulinos e bicolores.
No final, o 0 a 0 não adiantou e ambos estão no mesmo grupo no quadrangular que vale o acesso.
Remo e Paysandu estarão no mesmo grupo e disputarão as duas vagas à Série B de 2021.
O Leão terminou na segunda colocação do Grupo A com 31 pontos, enquanto que o Papão ficou em quarto com 29 pontos.
O 0 a 0 no Mangueirão favoreceria os dois clubes do Pará por chaves diferentes na sequência se não fosse o gol da vitória do Vila Nova por 1 a 0 diante do Jacuipense, em Goiânia.
Os jogos do Grupo B, que acontecem na noite deste sábado (5), definirão os outros dois adversários dos paraenses.
Até aqui, Londrina e Brusque são os classificados e formariam o quadrangular com azulinos e bicolores.
O Paysandu teve a posse de bola nos primeiros 5 minutos do primeiro tempo.
O Remo procurava marcar e atrapalhar qualquer investida ofensiva do rival.
A partir daí, um jogo muito igual no Mangueirão.
Parecido em tudo: na preguiça, sonolência, falta de vontade em atacar o adversário e construir um resultado de gol.
Eram muitos toques sem objetividade, pra lá e pra cá, ninguém queria arriscar alguma coisa.
O jogador chegava na linha de fundo e, quando se esperava um lance ofensivo, em direção à defesa do rival, recuava a bola até o goleiro.
Quem estava acompanhando o Re-Pa e foi pegar alguma coisa na geladeira durante o primeiro tempo, perdeu apenas um lance de perigo.
Aos 30 minutos do primeiro tempo, Victor Feijão fez uma jogada individual, driblou Dudu Mandai duas vezes e chutou.
Vinícius espalmou, a bola bateu na trave e correu em cima da linha.
Só.
Somente.
No mais, aquela troca de passes ineficiente, sem objetividade.
O Paysandu veio do intervalo com três mudanças e adivinha?
Nada mudou…
Parecia que os times forçavam o erro pro tempo correr e o empate se consolidar em campo.
Leão e Papão não se anulavam.
Era uma nítida falta de iniciativa.
Raro acontecer uma falta, logo, ausência de cartões.
O árbitro paranaense Paulo Roberto Alves Junior não teve muitas dores de cabeça.
Esse foi, talvez, o confronto mais fácil que ele arbitrou na carreira.
A partida NÃO TEVE chance de perigo no segundo tempo.
Vinícius e Paulo Ricardo foram mero espectadores no Mangueirão, até pra bater um tiro de meta, já que o jogo se concentrava no meio e nas laterais.
O empate só favoreceu os dois até o gol que deu a vitória ao Vila Nova contra o Jacuipense, mexendo com o G4 do Grupo A e, olha só, colocou Leão e Papão, juntos, na briga por um lugar na Segundona do ano que vem.
Reportagem: Globoesporte.globo.com
Adaptação: Eduardo Oliveira
Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro
Em “jogo de compadres”, Remo e Paysandu empatam sem gols e ficam no mesmo grupo no quadrangular do acesso.
Clássico Re-Pa deste sábado, no Mangueirão, teve apenas dois chutes a gol, um pra cada lado. Resultado igual favorecia os dois por chaves diferentes na próxima fase da Série C até o gol do Vila Nova, que mudou o G4 da fase de classificação.
Remo e Paysandu se enfrentaram na tarde-noite deste sábado, no Estádio Mangueirão, em Belém, pela última rodada da fase de classificação da Série C do Brasileiro.
O resultado igual favorecia os dois times por grupos diferentes na próxima fase da competição.
Coincidência ou não, o clássico foi de passes ineficientes, sem objetividade.
A impressão era que Leão e Papão apenas fizeram o protocolo de entrar em campo, esperando o apito final do árbitro.
Ninguém arriscava oportunidade de gol.
Foi um lance pra cada lado no confronto inteiro.
E olhe lá…
Muito pouco para a história centenária do embate entre azulinos e bicolores.
No final, o 0 a 0 não adiantou e ambos estão no mesmo grupo no quadrangular que vale o acesso.
Remo e Paysandu estarão no mesmo grupo e disputarão as duas vagas à Série B de 2021.
O Leão terminou na segunda colocação do Grupo A com 31 pontos, enquanto que o Papão ficou em quarto com 29 pontos.
O 0 a 0 no Mangueirão favoreceria os dois clubes do Pará por chaves diferentes na sequência se não fosse o gol da vitória do Vila Nova por 1 a 0 diante do Jacuipense, em Goiânia.
Os jogos do Grupo B, que acontecem na noite deste sábado (5), definirão os outros dois adversários dos paraenses.
Até aqui, Londrina e Brusque são os classificados e formariam o quadrangular com azulinos e bicolores.
O Paysandu teve a posse de bola nos primeiros 5 minutos do primeiro tempo.
O Remo procurava marcar e atrapalhar qualquer investida ofensiva do rival.
A partir daí, um jogo muito igual no Mangueirão.
Parecido em tudo: na preguiça, sonolência, falta de vontade em atacar o adversário e construir um resultado de gol.
Eram muitos toques sem objetividade, pra lá e pra cá, ninguém queria arriscar alguma coisa.
O jogador chegava na linha de fundo e, quando se esperava um lance ofensivo, em direção à defesa do rival, recuava a bola até o goleiro.
Quem estava acompanhando o Re-Pa e foi pegar alguma coisa na geladeira durante o primeiro tempo, perdeu apenas um lance de perigo.
Aos 30 minutos do primeiro tempo, Victor Feijão fez uma jogada individual, driblou Dudu Mandai duas vezes e chutou.
Vinícius espalmou, a bola bateu na trave e correu em cima da linha.
Só.
Somente.
No mais, aquela troca de passes ineficiente, sem objetividade.
O Paysandu veio do intervalo com três mudanças e adivinha?
Nada mudou…
Parecia que os times forçavam o erro pro tempo correr e o empate se consolidar em campo.
Leão e Papão não se anulavam.
Era uma nítida falta de iniciativa.
Raro acontecer uma falta, logo, ausência de cartões.
O árbitro paranaense Paulo Roberto Alves Junior não teve muitas dores de cabeça.
Esse foi, talvez, o confronto mais fácil que ele arbitrou na carreira.
A partida NÃO TEVE chance de perigo no segundo tempo.
Vinícius e Paulo Ricardo foram mero espectadores no Mangueirão, até pra bater um tiro de meta, já que o jogo se concentrava no meio e nas laterais.
O empate só favoreceu os dois até o gol que deu a vitória ao Vila Nova contra o Jacuipense, mexendo com o G4 do Grupo A e, olha só, colocou Leão e Papão, juntos, na briga por um lugar na Segundona do ano que vem.
Reportagem: Globoesporte.globo.com
Adaptação: Eduardo Oliveira
Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro





