Com calendário apertado, Liga Nordeste aguarda posição da CBF (Confederação Brasileira de Futebol) sobre torneio.
Para as competições chanceladas pela CBF, serão necessárias 38 datas nas Séries A e B, 11 na Copa do Brasil e cinco para Nordestão, dificultando finalização do calendário em 2020.
Há dois meses paralisada, por conta da Covid-19, e sem qualquer previsão de retorno, a Copa do Nordeste vive dias de incerteza com relação ao calendário para a conclusão da competição.
Precisando de cinco datas para finalizar o torneio, o presidente da Liga do Nordeste, Eduardo Rocha, deixou o futuro da disputa a cargo da CBF, organizadora oficial do evento.
“Não temos nenhuma definição sobre a Copa do Nordeste. Estamos esperando uma posição da CBF e das autoridades dos estados e municípios. Não temos previsão de volta e como será essa volta vai depender do que a CBF irá definir”.
Considerando apenas as competições chanceladas pela CBF, serão necessárias 38 datas para as realizações das Séries A e B, além de 11 para a Copa do Brasil e mais cinco para Copa do Nordeste.
Cenário que fez com que Eduardo reconhecesse as dificuldades de encaixar todo o calendário ainda em 2020.
“Está ficando apertado para todo mundo. Se o Brasileiro mantiver a fórmula, que é o desejo dos clubes, creio que poderemos ter que disputar jogos no próximo ano. É uma situação muito difícil, porque não há prazo para volta”.
Apesar da incerteza, Eduardo acredita que a Copa do Nordeste não corre risco de ser dada por encerrada.
Na avaliação dele, o torneio precisa ser finalizado em campo.
“Acredito que temos que acabar em campo. Até pelo respeito aos torcedores e aos clubes. Competição que começou precisa acabar em campo. Mas como isso será feito vai depender da CBF”.
Reportagem: Globoesporte.globo.com
Adaptação: Eduardo Oliveira
Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro





