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LEWIS HAMILTON. FÓRMULA 1. GP DE CINGAPURA.
Análise

Hamilton na pole

Hamilton “faz mágica” e conquista a pole em Singapura com recorde de pista.

Piloto ignora favoritismo da Ferrari na pista de Marina Bay e crava volta espetacular para largar pela septuagésima nona vez no primeiro posto.

Pela idolatria que tem por Ayrton Senna e os feitos na pista, Lewis Hamilton muitas vezes é comparado ao ídolo brasileiro.

E no treino classificatório do GP de Cingapura essa semelhança ficou ainda mais latente.

Como fazia Senna quando menos esperavam, o piloto da Mercedes, que sequer liderou um dos três treinos livres, ignorou o favoritismo dos rivais de Ferrari e RBR na pista asiática para cravar um tempo mágico em sua volta lançada e anotar a septuagésima nona pole da carreira.

Max Verstappen bem que tentou superar o britânico.

E até que o piloto da RBR , mesmo com um motor inferior ao da Mercedes, fez um bom trabalho.

Max garantiu o segundo lugar no grid a “apenas” 0s319 de Hamilton.

Se Sebastian Vettel havia chegado em Singapura sob pressão, após a classificação ela apenas aumentou.

O piloto não conseguiu encaixar uma boa volta e largará em terceiro em uma pista onde ultrapassagem é artigo de luxo.

Vale lembrar também que o alemão largará atrás de Verstappen e, a julgar pela corrida de 2017, as chances de uma largada tulmutuada são grandes.

Valtteri Bottas e Kimi Raikkonen completaram o top 5.

Melhor do resto: Sergio Pérez, Romain Grosjean, Esteban Ocon e Nico Hulkenberg se destacaram ao avançar para o Q3 com carros tecnicamente inferiores.

Enquanto a Force India, em momento de recuperação, conseguiu colocar os dois carros no top 10, Renault e Haas foram mais tímidas com apenas um piloto cada.

Reportagem: Globoesporte.globo.com

Adaptação: Eduardo Oliveira

Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro

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