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BARCELONA. ESPANHA.
Análise

Há barulho por aí

Setién evita falar sobre futuro de Messi no Barcelona e responde Griezmann: “Nem todos podem jogar”.

Técnico diz estar acostumado com pressão e não se incomoda com rumores de demissão: “Não posso controlar essa situação. Este é o circo em que estamos”.

Na véspera do duelo com o Villarreal pelo Campeonato Espanhol, o técnico do Barcelona, Quique Setién, falou muito das situações de Lionel Messi e Griezmann em entrevista coletiva.

O primeiro teria interrompido as negociações para renovação de contrato.

Enquanto o segundo estaria insatisfeito em sem pouco aproveitado no time titular.

Sobre o camisa 10 argentino, considerado pela imprensa espanhola um quase desafeto de Setién, o técnico evitou opinar.

“Não vou especular sobre isso (renovação). Não escutei nada dele e não acompanho essas notícias constantemente. Eu o vejo bem. Está treinando bem e falamos do que se tem que falar e nada mais. Vejo Messi exatamente igual e consciente do que tem que fazer na partida”, afirmou o treinador, dizendo ainda que nem Messi e nem o restante do grupo estão “minando” o seu trabalho.

“Não me impedem de nada. (O grupo) tem me ajudado. Debatemos e conversamos”, completou.

Em relação ao atacante francês, Setién foi mais direto.

“Griezmann está bem, troquei palavras com ele. Ele é um ótimo profissional e um jogador que pode entender essa situação no coração, como já aconteceu com ele em outras etapas de sua vida no futebol. Ele é um garoto extraordinário, tremendamente profissional e podemos contar com ele 100% quando ele voltar a campo. Se ele joga, vocês (imprensa) me perguntam por que Ansu Fati não joga… Nem todos podem jogar e eu decido com base em meus critérios, com base no que eles contribuem. Eu não sou caprichoso. Eu levo em conta a hierarquia, mas em um clube como o Barcelona, com tantos grandes jogadores, nem todos poderão jogar. Eu sei que alguns deles vão ficar com raiva. É minha decisão e eu tenho que assumir a responsabilidade”, disse o treinador culé, que não se mostra preocupado com as especulações de uma possível demissão em caso de derrota neste domingo (5).

“Eu já vivi isso antes. Não posso controlar essa situação. Este é o circo em que estamos. Tento me concentrar. Sei que há barulho por aí, mas foco no meu trabalho. Não é a primeira e nem a última situação que ocorre quando os resultados não vão bem”, sentenciou.

Reportagem: Globoesporte.globo.com

Adaptação: Eduardo Oliveira

Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro

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