Esquema de Jogo

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COPA SUL-AMERICANA. PRIMEIRA FASE. JOGOS DE IDA. INDEPENDIENTE. ARGENTINA. BINACIONAL. BOLÍVIA. UNIVERSIDAD TÉCNICA DE CAJAMARCA. PERU. CERRO. URUGUAI.
Análise

Goleada do Independiente na Copa Sul-Americana

Independiente massacra Binacional na estreia da Copa Sul-Americana.

Rojo não tomou conhecimento do rival e abriu uma excelente vantagem para o duelo da volta, em maio.

Em Avellaneda, o Independiente estreou na Copa Sul-Americana com o pé direito.

Diante do Binacional, o Rojo massacrou por 4 a 1.

Agora, o time argentino pode perder até por dois gols de diferença que continua no torneio.

A volta está agendada para 1º de maio, quarta-feira, no Peru.

Um verdadeiro massacre do Independiente. Superior tecnicamente, o Rojo se impôs logo de cara e não dava chances ao rival, que não conseguia trocar dois passes.

A medida que o tempo passava, o Independiente encurralava o Binacional e empilhava chances de gols.

A superioridade era tamanha, que em dois lances seguidos o time argentino carimbou a trave com Romero e Benítez.

De tanto insistir o primeiro gol saiu em cobrança de escanteio.

O goleiro saiu de maneira errada, Millán tentou afastar e e a bola explodiu em Britez, 1 a 0.

Nos minutos finais da etapa inicial, o Binacional errou na saída de bola, Benítez achou Romero que driblou o zagueiro e bateu na saída do goleiro, 2 a 0.

No início do segundo tempo o Rojo manteve a postura ofensiva e chegou ao terceiro com 2 minutos. Sánchez Miño soltou um torpedo e estufou as redes.

O quarto veio em cobrança de pênalti com Romero.

Com a ampla vantagem, a zaga do Independiente dormiu de maneira bizarra e após Brítez perder a bola na grande área, Iraola cruzou e Viveros completou para o fundo das redes, 4 a 1.

Apesar do susto com o gol peruano, o Rojo soube passar o tempo e garantir uma vantagem excelente para o duelo da volta.

UTC (Universidad Técnica de Cajamarca) e Cerro, em jogo brigado, ficam no empate pela ida da Sul-Americana.

Gols da partida saíram na parte final do primeiro tempo e ambos se valendo de jogadas de bola parada.

Jogando na cidade de Trujillo, mais precisamente no estádio Mansiche, UTC e Cerro fizeram um confronto de pouco brilho pela Copa Sul-Americana que terminou em 1 a 1.

Como a competição possui gol qualificado de visitante como critério de desempate, basta uma igualdade por 0 a 0 que os uruguaios seguem adiante no torneio.

Um novo empate por 1 a 1 levará o confronto do próximo dia 30 de abril as penalidades enquanto qualquer placar parelho por 2 ou mais tentos favirece ao clube de Cajamarca.

Os primeiros 15 minutos foram de muita luta, porém de pouca inspiração técnica de ambas as partes.

Algo que justifica o fato de que oportunidades que fizeram os goleiros trabalhar de alguma forma nesse período vieram apenas por intermédio de bolas alçadas na área.

A UTC até investia bem no seu lado direito da ofensiva quando Roberto Guizasola e Jartín Quintero faziam uma dupla de muita intensidade para chegar nas pontas, porém faltava efetividade para a finalização realmente incomodar Carlos Techera.

Por outro lado, foi justamente na potência do chute e uma “ajuda” do arqueiro Erick Delgado que a equipe de Montevidéu comemorou seu segundo tento em quatro jogos na Sul-Americana.

Rodrigo Izquierdo, em batida de falta, chutou na direção do goleiro peruano, mas o mesmo tentou espalmar e viu ela entrar contra a própria meta.

Não deixando com que o ímpeto de jogar com o mando de campo baixasse, a UTC rapidamente se recuperou marcando o da igualdade um minuto depois e também explorando a bola parada.

Em cobrança de escanteio, Quintero aproveitou o levantamento preciso de Guizasola e, subindo muito mais alta que a zaga cerrista, testou para baixo para estufar as redes de Techera.

Os peruanos inverteram a sua região preferencial para investir ofensivamente, chegando mais nos primeiros minutos da etapa complementar explorando a ponta esquerda.

Algo que acabou não se mostrando uma medida tão efetiva como o trabalho feito pela dupla Guizasola-Quintero.

A postura do time uruguaio não era de implementar um ritmo de jogo mais ágil do que seu adversário, pelo contrário.

Assim como fez diante do Bahia na fase anterior, o maior interesse da equipe dirigida por Jorge González era de explorar unicamente os contra-ataques e jogadas de bola parada.

Conforme o tempo ia passando, era notório que a questão física pesava negativamente diante dos uruguaios.

Porém, da mesma forma, o nervosismo e escolhas ofensivas precipitadas da UTC faziam com que o Cerro conseguisse rebater com mais facilidade os lances e segurasse um valioso empate em solo peruano.

Reportagem: Futebolatino.lance.com.br

Adaptação: Eduardo Oliveira

Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro

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