Com gols de Arias de pênalti e John Kennedy no final do segundo tempo, o Fluminense vence o Al-Alhy pelo placar de 2 a 0, no King Abdullah, em Jeddah, na Arábia Saudita.
O Al-Alhy marcava a saída de bola do Fluminense, que tinha muita dificuldade em sair jogando.
Depois do início com pressão do Al-Ahly.
O Fluminense colocou a bola no chão.
E conseguiu assustar.
Keno fez a jogada pelo lado esquerdo e cruzou na segunda trave.
Arias acertou um lindo chute e acertou a trave do goleiro El Shenawy.
O time do Al-Alhy fazia uma forte marcação no meio-campo.
Quando perdia a bola, logo conseguia recuperar.
Já o Fluminense não mostrava nos primeiros 20 minutos do primeiro tempo, o jogo que o caracterizou durante toda a temporada.
Por pouco o Al-Alhy não abriu o placar.
Cobrança de escanteio com desvio na primeira trave.
A bola ficou pererecando na pequena área e passou por três jogadores que não conseguem finalizar antes da defesa do Fluminense afastar o perigo.
Outra chance que parou na trave.
Mais uma finalização de John Arias na trave.
Após cobrança ensaiada de escanteio, Paulo Henrique Ganso rolou para o colombiano emendar de primeira e explodir a trave esquerda do goleiro El Shenawy.
Contra-ataque veloz do Al-Ahly após cobrança de escanteio.
El Shahat finalizou dentro da área, a bola desviou em Samuel Xavier e sobrou limpa para Kahraba na pequena área.
Atacante cabeceou para defesa do goleiro Fábio, e no rebote Percy Tau testou para fora.
No contra-ataque, o time egípcio era muito perigoso.
O Fluminense baixou a linha defensiva e quase não assustava o goleiro El Shenawy.
No primeiro tempo, o Al-Ahly teve 13 oportunidades de marcar.
O Fluminense apenas três.
E o primeiro tempo terminou 0 a 0.
A torcida do Al-Ahly que tomou grande parte do estádio fez um barulho muito forte durante a primeira etapa.
Fluminense voltou melhor no segundo tempo.
Ficou mais com a bola e criava oportunidades de abrir o placar.
E dificultava a saída de bola do Al-Alhy.
German Cano chutou forte e a bola passou perto da trave direita.
Fluminense na construção e o time do Al-Ahly nos contra-ataques.
Marcelo chutou forte e a bola desviou na defesa egípcia.
O Al Ahly foi veloz no contra-ataque.
El Shahat mais uma vez recebeu com espaço pelo lado esquerdo.
Limpou para dentro e chutou rasteirinho.
O goleiro Fábio atentou fez grande defesa no canto e impediu o gol egípcio.
Fluminense trocava passes e controlava o jogo.
Quando errava dava chance do ataque do Al-Ahly.
Lindo lançamento de Ganso para Marcelo na esquerda.
O lateral deu uma caneta em Percy Tau e derrubou.
O árbitro não tem dúvidas e assinalou a penalidade.
Arias foi para a cobrança e bateu forte no canto direito sem chances para o goleiro El Shenawy.
Fluminense 1 a 0, aos 23 minutos do segundo tempo.
El Shahat levantou na medida para Percy Tau, livre dentro da área.
O Sul-Africano cabeceou em cima do goleiro Fábio, que segurou firme.
Al-Alhy tentava pressionar.
Ashour apareceu bem pelo lado esquerdo e cruzou para Taher desviar na primeira trave.
Atento, o goleiro Fábio fez a defesa.
John Kennedy deixou Cano na cara do goleiro El Shenawy, que cresceu e defendeu a cavadinha do argentino.
Martinelli puxou o contra-ataque, conduziu por dentro e serviu o atacante John Kennedy, que dominou e chutou colocado no cantinho para definir a semifinal.
Fluminense 2 a 0, aos 43 minutos do segundo tempo.
Nos minutos finais, o Fluminense teve outras oportunidades para ampliar.
Mas, parou no goleiro El Shenawy.
Cano teve a chance, mas o goleiro El Shenawy evitou o terceiro gol.
Final, Fluminense-RJ (Brasil) classificado 2 Al-Ahly (Egito) eliminado 0.
O Fluminense enfrenta o vencedor de Manchester City (Inglaterra) e Urawa Red Diamonds (Japão) que se enfrenta nesta terça-feira (19), às 15 horas (horário de Brasília).
A grande final será na sexta-feira (22), às 15 horas (horário de Brasília), no King Abdullah, em Jeddah, na Arábia Saudita.
Enquanto, o Al-Alhy enfrenta o perdedor de Manchester City (Inglaterra) e Urawa Red Diamonds (Japão), a patida será disputada na sexta-feira (22), às 11h30 (horário de Brasília), em Jidá em Abu-Jab, na Arábia Saudita.
Reportagem: Eduardo Oliveira
Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro





