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LIGA DAS NAÇÕES DE VÔLEI MASCULINO. SEMIFINAIS. BRASIL. ELIMINADO. POLÔNIA. ELIMINADA. ESTADOS UNIDOS. CLASSIFICADO. RÚSSIA. CLASSIFICADA.
Análise

Fim do sonho!!!

Brasil perde para os EUA no tie-break e está fora da final da Liga das Nações.

Seleção brasileira abre 2 sets a 1, mas não consegue segurar os anfitriões americanos, que igualam o placar e triunfam na quinta parcial.

Rússia bate a Polônia por 3 set a 1 na outra semi.

Os anfitriões americanos entraram em quadra neste sábado (13), em Chicago, decididos a conquistar a vaga na final da Liga das Nações contra o Brasil e mudar o histórico de confrontos dentro de casa.

Desde 1984, quando conquistaram a medalha de ouro nas Olimpíadas de Los Angeles, os Estados Unidos não ganham um título em território americano.

O primeiro passo foi dado.

O Brasil tinha 2 sets a 1 de vantagem, mas os americanos viraram o jogo e venceram no tie- break com parciais de 25/21, 17/25, 21/25, 25/20 e 15/9.

Mais cedo, na semifinal entre Rússia e Polônia, a atual campeã da Liga das Nações venceu os poloneses por 3 sets a 1, parciais de 25/19, 24/26, 25/22 e 25/11, e avançou à decisão.

A final entre Estados Unidos e Rússia será neste domingo (14), às 20 horas (horário de Brasília).

O Brasil enfrenta a Polônia na disputa pelo terceiro lugar, às 17 horas (horário de Brasília).

As duas partidas serão transmitidas no Sportv2, e o GloboEsporte.com acompanha em Tempo Real.

“Lutamos, mas essa mudança de saque deles acabou atrapalhando nossa virada de bola. Estamos trabalhando muito em cima dessa troca de saque, que é um novo momento do voleibol mundial, e vamos seguir trabalhando para deixar o time cada vez mais azeitado”, afirmou Bruninho.

O começo do primeiro set foi equilibrado, com os americanos abrindo 3 pontos de vantagem logo no início da partida.

O saque do Brasil não conseguiu ser eficiente para quebrar a recepção americana, e com boa atuação de Adam Smith, os anfitriões aproveitaram os ataques de bolas rápidas.

O Brasil encostou no placar (14 – 15) com bloqueio de Lucão e Leal, mas com muitos erros na reta final, a seleção não conseguiu ser efetiva no ataque.

O técnico Renan Dal Zotto fez a primeira mudança colocando Isac em quadra.

Com 11 pontos de erros do Brasil contra 4 dos americanos, os Estados Unidos fecharam o set em 25 a 21.

No segundo set, a seleção brasileira começou na frente e passou a encaixar melhor o saque.

Leal entrou mais atento em quadra e mostrou todo seu potencial no ataque.

Brasil abriu 6 pontos de vantagem na partida, com Lucarelli jogando bem também na defesa.

O jogo ficou mais equilibrado, com os Estados Unidos errando mais que os brasileiros, e o Brasil não teve dificuldades de empatar o jogo e fechar o set em 25 a 17.

O Brasil cresceu ainda mais no ataque com Leal, Lucarelli e Wallace no terceiro set.

Os americanos tentaram reagir, aproximando o placar em 12 a 10 com uma largadinha de Holt.

A diferença de apenas 2 pontos entre as equipes seguiu ao longo do set, com os Estados unidos errando no saque, e Brasil aproveitando as falhas do adversário.

Renan fez outra mudança na reta final, colocando Bruninho e Alan em quadra.

O levantador acionou Lucão em jogada rápida no meio de rede pra marcar o vigésimo segundo ponto do set.

Na sequência, Alan de saque fez mais um para o Brasil, e a seleção segurou a vantagem para fechar em 25 a 21.

O Brasil passou a ser mais exigido no quarto set, com os Estados Unidos empatando em 8 a 8, e forçando para uma disputa ponto a ponto.

O ataque americano encaixou com Anderson e Sander, enquanto o bloqueio brasileiro não foi eficiente.

Os americanos viraram o placar e ficaram 3 pontos na frente (17 – 14).

Seguraram a vantagem até o fim e levaram a decisão para o tie-break: 25 a 20.

No último set, o Brasil abriu a partida e botou 2 a 0 no marcador, mas voltou a sofrer com o saque flutuante dos Estados Unidos.

O técnico Renan ainda tentou algumas alterações.

Bruninho tentou usar do seu entrosamento com Lucão, mas nenhuma ação conseguiu impedir a virada americana.

A equipe da casa fechou a partida em 15 a 9.

Reportagem: Globoesporte.globo.com

Adaptação: Eduardo Oliveira

Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro

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