Em jogo muito picotado, Goiás e Londrina empatam sem gols em Goiânia.
Times criam pouco em partida marcada por diversas paralisações e atendimentos médicos.
Em jogo extremamente picotado, Goiás e Londrina empataram por 0 a 0 na tarde deste sábado, pela décima segunda rodada da Série B.
A partida disputada no estádio da Serrinha, em Goiânia, foi marcada por diversas paralisações, seja por faltas, reclamação ou atendimento médico.
O futebol não fluiu, e o placar permaneceu inalterado.
O Goiás chega a 20 pontos, é quarto colocado, mas pode ser ultrapassado no complemento da rodada.
O Londrina permanece na lanterna, agora com 8 pontos.
Os dois clubes voltam a campo na terça-feira (20), às 19 horas (horário de Brasília): o Esmeraldino visita o Botafogo no Nilton Santos, enquanto o Tubarão recebe o Confiança no Estádio do Café.
O Londrina já começou levando perigo, com duas finalizações em sequência, de Marcelo Freitas e Felipe Vieira.
Ambos pararam em Tadeu.
Se parecia que o jogo seria agitado, a impressão não se confirmou.
O Goiás respondeu com chute de Élvis, defendido por César, mas as duas equipes não passaram disso na etapa inicial.
O cenário não se alterou no segundo tempo.
Apodi até deu trabalho para César logo aos 2 minutos do segundo tempo, mas o Goiás não conseguiu manter o volume de jogo.
Nem a finalização de Bruno Mezenga, aos 9 minutos do segundo tempo, esquentou a partida, que seguiu morna e com muitas paralisações.
Do lado do Londrina, apenas chutes de Pirambu e Danilo, mas ambos por cima.
Aos 15 minutos do segundo tempo, Apodi invadiu a área do Londrina, disputou a bola com Luiz Henrique e cai pedindo pênalti.
O árbitro mandou seguir.
A jogada, porém, se mostrou polêmica, já que a comentarista de arbitragem Fernanda Colombo afirmou que houve o contato e que a penalidade deveria ter sido marcada.
E inusitada, porque o lateral-direito do Goiás acabou sendo atingido com um pisão no olho no momento da queda e, machucado, precisou deixar a partida.
Reportagem: Globoesporte.globo.com
Adaptação: Eduardo Oliveira
Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro





