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Mesmo sem cinco jogadores titulares (Jeferson Jari, Roberto Batata, Juninho, Denílson e Jean Marabaixo), poupados pelo técnico Edson Porto, o Santos-AP dominou o Ypiranga nesta quinta-feira (29), no Estádio Olímpico Zerão, em Macapá.
Sem ataque e com a defesa frágil, o Clube da Torre foi presa fácil do Peixe que tratou de fazer a primeira goleada do Campeonato Amapaense, vencendo por 4 a 0.
Os gols do jogo foram marcados por Paulo Henrique, Walace, Diego Carajás e Luciano.
Estreando no Amapazão e na temporada, Independente e São Paulo-AP ficaram no 1 a 1 na abertura do estadual na noite deste sábado (24) em Macapá.
O baixo público no Zerão viu dois times em começo de trabalho, que pecaram pela falta de entrosamento e condicionamento adequado.
Mais valente, o Carcará encontrou boas chances em cruzamentos pela lateral, que pararam na falta de oportunismo dos atacantes.
Já o São Paulo-AP, apontado como favorito, teve um início de campeonato burocrático, apostando em táticas que não corresponderam em campo.
A torcida que chegou atrasada no estádio Zerão não perdeu nada nos primeiros momentos da partida.
A insistência nas bolas aéreas irritou tanto de um lado, quanto do outro, pois não foram bem aproveitadas.
A partida começou a esquentar a partir dos 15 minutos do primeiro tempo quando Vinícius, do Independente cabeceou duas vezes próximo ao gol.
O São Paulo-AP tentou, sem sucesso, contra-atacar, mas esbarrou na falta de precisão nos passes.
Artilheiro do último Amapazão, o atacante Éverton entrou aos 37 minutos do primeiro tempo após contusão de Adriano Miranda, mas não fez muita coisa no ataque alviverde.
Sem mudanças no vestiário, os times mantiveram a falta de entrosamento no início da etapa final.
Na única boa jogada do Tricolor, Riquelme aproveitou bom cruzamento pela esquerda e marcou aos 14 minutos do segundo tempo o primeiro gol do Amapazão 2017.
A alegria foi tanta que na comemoração ele tomou cartão amarelo por tirar a camisa.
Além do cartão, ele viu Vinícius empatar três minutos depois após falha do lateral Diego Negão, que perdeu a bola para Kléber que cruzou na medida para o atacante.
O restante da etapa final foi marcada por uma pressão do Independente que não conseguiu transformar as chegadas ofensivas em finalizações.
Com 50 minutos no segundo tempo, o empate permaneceu.
Reportagem: Globoesporte.globo.com
Adaptação: Eduardo Oliveira
Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro