Espanha vence Suécia e está na final da Copa do Mundo de futebol feminino de 2023 pela primeira vez.
Marcada por protestos antes da Copa, Espanha abre o placar com Paralluelo, sofre empate com Blomqvist e garante a vitória com Carmona.
Final será no domingo (20).
Lágrimas, risos e abraços dominaram o gramado do estádio Eden Park ao apito final da brasileira Edina Alves.
Antes marcada por protestos das atletas contra o técnico Jorge Vilda, a Espanha venceu a Suécia, por 2 a 1, e faz história classificando-se à final da Copa do Mundo feminina pela primeira vez.
Paralluelo abre o placar, Blomqvist empata e Olga Carmona decide.
A final será às 7 horas (horário de Brasília) do domingo (20), pelo horário de Brasília, no estádio Olímpico de Sidney, contra Austrália ou Inglaterra, que fazem a segunda semifinal nesta quarta-feira (16).
A final terá transmissão na Globo, no Sportv e no Globo Esporte.
Paralluelo correu de braços abertos soltando um grito de alívio ao ver o que havia feito pela própria equipe.
Apenas 19 anos de idade e o nome agora marcado na história do futebol espanhol.
Se havia sido decisiva nas quartas de final, a atacante, e também ex-velocista, abriu o placar no Eden Park.
Campeã no Sub-17, Sub-20 e agora buscando o título também no time principal.
A Suécia, contudo, estava determinada a mudar a história.
E foi a atacante Blomqvist, depois de apenas 10 minutos em campo, quem fez isso.
A camisa 15 estava no lugar certo e na hora certa, pronta para chapar a bola no pé e buscar o empate: 1 a 1.
A felicidade das suecas durou dois minutos.
Nem sequer houve tempo para respirar.
No passe rasteiro vindo do escanteio, Olga Carmona só olhou para cima e arriscou o chute de fora da área para estufar as redes da goleira Musovic.
Foi derrubada pelas companheiras na comemoração, na explosão de quem faz história pelo próprio país.
Ali, colocou a Espanha pela primeira vez na final de uma Copa do Mundo.
Reportagem: Globoesporte.globo.com
Adaptação: Eduardo Oliveira
Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro





