Em um duelo marcado por polêmicas de arbitragem, Esportivo e Juventude empataram por 2 a 2 na noite desta segunda-feira (19), em Bento Gonçalves, pela penúltima rodada do Gauchão.
O resultado não foi bom para ninguém, e as duas equipes terão seus últimos jogos na primeira fase para decidir vaga no G-4 e rebaixamento.
Apesar dos muitos gols, todos no primeiro tempo, as polêmicas de arbitragem marcaram três lances que definiram o placar.
O Juventude se mantém na quinta posição, com 14 pontos, um a menos que Ypiranga e Caxias, terceiro e quarto colocados, que se enfrentam na terça-feira (20).
O Esportivo deixa a zona de rebaixamento ao superar o Novo Hamburgo no saldo de gols.
Os dois times têm 9 pontos.
A rodada final da primeira fase do Gauchão deve ocorrer no próximo sábado (24).
O Esportivo decide a briga contra o rebaixamento diante do Internacional, no Beira-Rio.
O Juventude recebe o Brasil de Pelotas em casa para tentar entrar no G-4.
O comentarista de arbitragem do Grupo Globo Paulo Cesar de Oliveira precisou arregaçar as mangas no jogo de Bento Gonçalves.
Ele viu três erros da arbitragem, comandada por Lucas Horn, contra o Juventude.
Citou toque no braço de Júnior Alves no primeiro gol do Esportivo, pênalti inexistente em Lucas Hulk no segundo e ainda impedimento mal marcado naquele que seria o terceiro gol do Papo, já no segundo tempo.
Praticamente tudo aconteceu nos 45 minutos iniciais.
Logo aos 2 minutos do primeiro tempo, Júnior Alves aproveitou rebote de Marcelo Carné após cobrança de falta e abriu o placar para o Esportivo, a bola tocou no braço do zagueiro.
Aos 13 minutos do primeiro tempo, Guilherme Castilho recebeu cruzamento na medida de Marcos Vinicios e empatou de cabeça para o Juventude.
Pouco tempo depois, Lucas Hulk dividiu com dois adversários na área do Papo e o árbitro viu pênalti. Juninho Tardelli não desperdiçou.
Também em penalidade máxima, aos 34 minutos do primeiro tempo, Matheus Peixoto deixou tudo igual novamente.
O Juventude foi para cima do Esportivo e teve nova chance de virar aos oito minutos, em cabeçada para fora de Cleberson.
Aos 11 minutos do segundo tempo, Wescley marcou um golaço, mas a arbitragem apontou impedimento na origem do lance, o que não ocorreu, segundo Paulo Cesar de Oliveira.
Apesar do volume de jogo, o Juventude só assustou novamente aos 41 minutos do segundo tempo, em uma pancada de Wescley que tirou tinta da trave.
Já nos acréscimos, Warlei recebeu na cara de Marcelo Carné e foi bloqueado pelo goleiro do time alviverde.
Reportagem: Globoesporte.globo.com
Adaptação: Eduardo Oliveira
Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro





