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TAÇA LIBERTADORES DA AMÉRICA DE 2020. FASE DE GRUPOS. GRUPO C. ATHLETICO-PR. BRASIL. JORGE WILSTERMANN. BOLÍVIA.
Análise

Empate e classificação

Athletico empata com o Jorge Wilstermann e garante vaga antecipada para as oitavas da Taça Libertadores da América.

Furacão domina quase todo o jogo, mas não consegue passar pela defesa bem organizada do time boliviano.

Furacão segue líder e com vaga definida

O Athletico empatou sem gols com o Jorge Wilstermann, na noite desta terça-feira (29), pela quinta rodada da Taça Libertadores da América.

Com o resultado na Baixada, o Furacão garantiu, com uma rodada de antecedência, a vaga para as oitavas de final.

O primeiro tempo foi somente do Athletico, que teve 80% de posse de bola, enquanto o Jorge Wilstermann pouco fez além de se defender.

No entanto o gol não veio pela dificuldade do Furacão em finalizar e a boa defesa do time boliviano.

Os bolivianos resolveram jogar no segundo tempo e dificultaram o amplo domínio atleticano.

Mesmo com mudanças promovidas por Eduardo Barros, a situação não mudou, com o Furacão com poucas chances de gol, e o Wilstermann só se aproveitando de alguns contra-ataques.

Como o empate já dava a vaga para o Furacão nas oitavas de final, o resultado não foi de lamentar.

Com 10 pontos, o Furacão fica na primeira colocação e garante uma das duas vagas do Grupo C para as oitavas de final.

A liderança do grupo ainda pode ser tomada pelo próprio Jorge Wilstermann, que está em segundo e com 7 pontos.

O primeiro tempo teve apenas uma história: Athletico com a bola, Jorge Wilstermann se defendendo, várias tentativas e sem gols.

O Furacão dominou toda a partida e teve incríveis 80% de posse bola e fez 11 finalizações, enquanto o time boliviano nem sequer se preocupou em mudar a estatística: não chutou a gol nenhuma vez.

Organizado e pressionando, o Furacão tentava chegar ao gol pelos lados do campo e com passes longos vindo da defesa, sobretudo de Thiago Heleno.

No entanto, a bola não chegava, com méritos da defesa bem postada do Jorge Wilstermann, que evitava bem o chute dos finalizadores do Furacão.

Quando havia a chance, o goleiro Giménez entrou em ação e evitou até que não aguentou.

No fim da partida, ele pediu para sair machucado e cansado de tanto trabalhar.

Enquanto isso, do outro lado, Santos nada tinha para fazer.

O Jorge Wilstermann resolveu sair do seu campo no segundo tempo.

O time mudou seu estilo, passou a tocar mais a bola e segurar ela, mas ainda sem muita capacidade ofensiva.

O Athletico viu os espaços se abrirem, mas repetia algumas jogadas que já se mostraram poucas produtivas no primeiro tempo: cruzamentos para a área pelas laterais, que eram tiradas pela defesa.

A tentativa de mudança para chegar mais perto do gol foi com a saída do volante Wellington e do atacante Fabinho para a entrada do meia Jorginho e do atacante Bissoli.

A primeira oportunidade apareceu, de cabeça, para Jorginho, mas parou no goleiro Ojeda.

O tempo passou, e Eduardo Barros passou a tentar com Lucho e Geuvânio no lugar de Cittadini e Pedrinho.

Nada feito.

O ataque do Athletico foi minguando cada vez mais, com esparsas tentativas, enquanto o Wilstermann também dava por feliz o resultado.

Pela Taça Libertadores da América, o próximo jogo do Furacão é contra o Peñarol, no dia 20 de outubro, no Uruguai.

No mesmo dia, o Jorge Wilstermann enfrenta o Colo-Colo, no Chile.

Reportagem: Globoesporte.globo.com

Adaptação: Eduardo Oliveira

Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro

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