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LIGA DAS NAÇÕES DE VÔLEI. BRASIL. TURQUIA. VÔLEI FEMININO.
Análise

Embalado

Brasil vence Turquia e pega o Japão na semifinal da Liga das Nações.

Equipe de Zé Roberto Guimarães termina primeira fase do torneio com 13 vitórias em 15 jogos.

O jogo deste domingo contra a Turquia seria um treino de luxo para a seleção feminina de vôlei, que já estava classificada em segundo lugar para a semifinal da Liga das Nações.

Mas o time do técnico Zé Roberto Guimarães não tirou o pé do acelerador e venceu por 3 sets a 1, parciais de 25/18, 25/16, e 25/27, 25/14.

Com a primeira fase definida, o Brasil enfrentará o Japão na semifinal.

A Turquia encara os Estados Unidos.

Além da vitória, o Brasil pode comemorar sua boa atuação.

Com saque agressivo e jogando com velocidade, a seleção venceu uma das equipes mais fortes do torneio com autoridade.

Natália jogou um set e meio e foi bem, marcando seis pontos e mostrando desenvoltura em quadra após se recuperar de cirurgia no dedo da mão.

Gabi (enquanto esteve em quadra) e Tandara comandaram o ataque da seleção e ajudaram bastante na defesa. Mas é impossível não destacar o excelente jogo de Camila Brait.

A líbero além de entregar a maioria dos passes na mão, ainda protagonizou várias defesas que propiciaram contra-ataques para o Brasil.

O Brasil já estava classificado como segundo colocado da primeira fase antes mesmo do jogo começar.

A Turquia ainda poderia ficar em terceiro mas, com a derrota, acabou em quarto.

As duas equipes jogam as semifinais na próxima quinta-feira (24).

O Brasil enfrenta o Japão, às 11 horas (horário de Brasília), e a Turquia encara os Estados Unidos, às 14h30 (horário de Brasília).

Mesmo com a definição do segundo lugar na tabela, Zé Roberto optou por escalar o time considerado titular, com exceção de Carol, que sente a coxa e que foi substituída por Bia.

Aliás, foi no saque da meio que o Brasil abriu 5 a 1 no primeiro set.

O serviço do Brasil foi uma boa arma, dificultando muito a recepção turca.

Nos contra-ataques, Macris conseguiu imprimir muita velocidade e a seleção foi abrindo cada vez mais vantagem.

Em bola chutada, Gabi fez 13 a 6.

Aí a Turquia abriu a fábrica de erros.

Quase sempre errava o passe e quando conseguia passar, errava no ataque.

O Brasil não tinha nada com isso e seguia forçando o saque e botando no chão os contra-ataques.

O time europeu melhorou no fim do set, mas a seleção tinha tanta vantagem que fechou em 25 a 18.

O segundo set começou com muitos rallys e parecia que seria mais equilibrado.

Mas logo o Brasil achou o caminho para abrir vantagem.

Garay parou Erdem no simples. Bia fez um ace e abriu 8 a 3.

O jogo melhorou de nível e as duas equipes passaram a trocar pontos.

Karakurt era a principal arma turca, enquanto Gabi e Tandara comandavam o ataque brasileiro.

Em linda trama brasileira, Gattaz puxou tempo atrás, perto da antena, mas quem recebeu foi Tandara logo atrás dela.

A bola foi tão rápida, que a oposta bateu sem bloqueio e fez 20 a 13.

Aí a equipe turca se perdeu de vez em quadra e Bia fez o ponto final para fechar em 25 a 16.

Com o 2 a 0 do Brasil, ficou definido que a seleção enfrentaria o Japão nas semis e a Turquia pegaria os Estados Unidos já que mesmo que vencesse o jogo, o time europeu perderia para a equipe japonesa na pontuação.

Então, a partida virou um grande amistoso. E começou bem equilibrada até ao oitavo ponto.

Aí o Brasil conseguiu uma boa sequência, com Tandara virando dois ataques, abrindo 13 a 8.

Natália entrou então no lugar de Gabi para ganhar ritmo.

A Turquia apertou e empatou no 17 a 17 com Aydin.

E foi a ponteira que fechou o contra-ataque que abriu o 23 a 21 para as turcas.

Rosamaria, que entrou na inversão 5-1 bloqueou a turca e evitou o fim do set, fazendo 24 a 24.

Mas em toco de Erdem em Natália a Turquia venceu por 27 a 25.

Zé manteve Natália em quadra no lugar de Gabi e Carol no lugar de Gattaz. Em ace de Garay, a seleção abriu 7 a 4.

Natália foi para o saque e conseguiu quebrar o passe turco.

Em uma das quinadas, Garay matou de xeque e fez 14 a 8.

Com o jogo controlado, Zé colocou Ana Cristina na inversão 5-1 para atuar como oposta.

E a menina de 17 anos foi bem, mostrando personalidade e atacando para fazer 23 a 15.

Em ataque de Rosamaria, que havia acado de entrar no lugar de Garay, o Brasil fechou em 25 a 15.

Reportagem: Globoesporte.globo.com

Adaptação: Eduardo Oliveira

Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro

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