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PRÉ OLÍMPICO DE VÔLEI FEMININO. BRASIL. REPÚBLICA DOMINICANA. AZERBAIJÃO. CAMARÕES.
Análise

Em busca do Tri Olímpico

Brasil vence dominicanas no tie-break, e vôlei feminino garante vaga em Tóquio 2020.

Seleção brasileira abre 2-0, vê República Dominicana reagir, mas vence no quinto set e se garante na próxima edição dos Jogos pelo Pré-Olímpico.

Próxima parada: Tóquio.

A busca pelo terceiro ouro olímpico da seleção brasileira feminina de vôlei ganhou mais um capítulo neste sábado (3).

Com a vitória no tie-break sobre a República Dominicana na última rodada do Pré-Olímpico, em Uberlândia, o Brasil carimbou a vaga em mais uma edição de Jogos Olímpicos.

Com direito a talismã japonês, o Daruma, como troféu, as brasileiras ganharam as boas-vindas de Tóquio 2020.

Brasil e República Dominicana chegaram à decisiva rodada do torneio em condições iguais de conquistar a vaga olímpica.

Como o Pré-Olímpico é disputado em sistema de pontos corridos, quem vencesse ficaria com o primeiro lugar.

Melhor para o Brasil, que freou a reação dominicana e venceu a partida no quinto set: 3 sets a 2 (parciais de 25/22, 25/19, 23/25, 18/25 e 15/10), em 2h15 de partida, na Arena Sabiazinho.

A seleção brasileira não fica fora de uma edição dos Jogos desde a primeira participação em Moscou 1980.

Com a vitória, o Brasil terminou na liderança do Grupo D, com 7 pontos e três vitórias, e concluiu a ponte aérea Uberlândia-Tóquio concluída com sucesso.

A República Dominicana ficou em segundo, também com sete pontos, mas com uma vitória a menos.

Camarões e Azerbaijão jogam neste sábado (3), às 12h30 (horário de Brasília), também no Sabiazinho, para definir terceiro e quarto colocados.

Lorenne e Gabi começaram bem o primeiro set. Do outro lado, Brayelin Martínez respondia.

No ace da central Bia, o Brasil abriu a primeira vantagem no placar: 7 a 5.

A jovem oposta brasileira, Lorenne, foi bastante acionada na saída de rede, virando bolas e explorando o bloqueio: 16 a 10.

O paredão brasileiro funcionou e parou os contra-ataques das dominicanas.

A República Dominicana aumentou o volume de jogo, levantou mais bolas, pressionou e encostou: 21 a 19.

O técnico José Roberto Guimarães pediu tempo, conversou separadamente com Macris e deu certo.

A reação dominicana durou pouco. Em ataque na saída de rede, Paula Borgo colocou no chão e fechou o set: 25 a 22.

No segundo set, o Brasil entrou desatento, com problemas na recepção: 4 a 1.

O empate veio com Tandara: 5 a 5.

Com o passe na mão, a seleção brasileira distribuiu melhor as jogadas e marcou bem as atacantes dominicanas: 8 a 6.

Firme nos ataques com Lorenne, o Brasil aumentou a vantagem e conduziu a parcial: 16 a 11.

Com dificuldades em marcar a oposta brasileira, a República Dominicana não reagiu.

No saque na rede de De La Cruz, o Brasil fechou o segundo set em 25 a 19.

A terceira parcial começou lá e cá, mas no ace de Macris o Brasil abriu 7 a 5.

Após o primeiro tempo técnico, a República Dominicana apareceu para o jogo, com ataques e bloqueios certeiros: 12 a 7.

Bem no saque, Gabi ajudou a encurtar a diferença: 12 a 10.

Os erros do ataque brasileiro e a boa leitura de jogo das dominicanas dificultaram uma reação maior.

A diferença chegou a seis pontos em 19 a 13.

Gabi, novamente, salvou e virou bolas cruciais da parcial, diminuindo a vantagem: 21 a 18.

Em reta final bem disputada, o Brasil salvou dois set points, mas foi pouco.

Na bola divida na rede, De La Cruz colocou no chão: 25 a 23.

O Brasil abriu o tie-break com bloqueio de Gabi.

As dominicanas seguiram com bom volume de jogo.

Mara virou o jogo para o Brasil com um ace: 5 a 4.

A porta do outro lado, porém, estava fechada.

Natália e Tandara foram as válvulas de escape da seleção brasileira: 10 a 7.

Sem dar chances na reta final e embalados pela torcida, o Brasil dominou e fechou o quinto set com bola rápida no meio de Mara em 15 a 10 e o jogo em 3 sets a 2.

Brasil: Mara, Macris, Gabi, Tandara, Bia, Lorenne.

Líbero: Léia.

Entraram: Amanda, Roberta, Paula Borgo, Natália.

República Dominicana: Eve, Marte, Rivera, De La Cruz, B. Martínez, J. Martínez. Líbero: Castillo. Entraram: C. Martínez, Ceneida, Valdez e Perez.

Confira os jogos do Grupo D

01/08/2019 – Brasil 3 X 0 Camarões (25/14, 25/13 e 25/16)

01/08/2019 – República Dominicana 3 X 0 Azerbaijão (25/15, 25/22 e 25/18)

02/08/2019 – Brasil 3 X 2 Azerbaijão (25/13, 23/25, 21/25, 25/19 e 15/12)

02/08/2019 – República Dominicana 3 X 0 Camarões (25/20, 25/19 e 25/14)

03/08/2019 – Brasil 3 X 0 República Dominicana parciais (25/22, 25/19, 23/25, 18/25 e 15/10)

03/08/2019 – Camarões 0 X 3 Azerbaijão (25/20, 25/19 e 25/14)

Reportagem: Globoesporte.globo.com

Adaptação: Eduardo Oliveira

Revisão de Texto: Ana Cristina Ribeiro

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